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29 de abril de 2012, 20:49

POMBAL EM FATOS


O apocalipse sonoro dos paredões

Nos últimos dias, uma prática vem sendo observada em Pombal, a presença de paredões (engenhocas aparelhadas com som) possibilitando um tsunami de decibéis. Certamente uma prévia do que será este ano a realização do evento particular inserido no calendário do mês de julho da cidade. A verdade é que de uns anos para cá, ninguém brinca mais de “carnaval fora de época”. O que mais importa é a disputa, seja entre blocos alternativos ou oficiais. Mesmo faltando alguns meses já se observa o som bradando em volume insuportável, quebrando principalmente aos finais de semana, a tranqüilidade da pacata população urbana da velha cidade. Nada contra o interesse de uns, mas em defesa do sossego de todos uma pergunta não cala: qual o papel da SUDEMA na explicita presença  desse tipo de equipamento? Na melhor das hipóteses, a poluição sonora produzida por essas parafernálias, no mínimo deveria ser controlada por algum órgão competente.  Na disputa que esquenta há de fato aquele (como eu) que opina, neste caso é bom lembrar que aqui não é Salvador. Continuamos sendo o que somos... apenas Pombal. É preciso acender uma luz amarela (que não é a dos semáforos) para pedir o mínimo de respeito para os moradores que precisam dormir!



Ausência de chuvas no município

O Vereador presidente da Câmara Municipal de Pombal, José William de Queiroga Gomes, vem demonstrando preocupação com a ausência de chuvas no município este ano. Oportunamente lembrou na tribuna, a ansiedade dos criadores diante da ausência do inverno. Destacando também que a maior riqueza econômica de Pombal está no rebanho, notadamente o bovino, que começa ser castigado pela intempérie do tempo seco. “É lamentável e a realidade é de desespero. Estão vendendo os animais para não vê-los morrer de fome em suas propriedades, fato que não só assola a economia de Pombal, mas do Estado” lamentou José William. Outro aspecto apontado pelo Edil se referiu a preocupação com o abastecimento de água através de carros-pipa, solicitando o apoio dos pares para o encaminhamento de pedidos junto às instâncias para a agilização de perfuração de poços artesianos no município.


Flagra

Diversos carros, motos e similares podem ser observados no pátio do Posto de Policia Rodoviária Federal de Pombal. De acordo com o que levantou a nossa reportagem, são veículos que, por falta de documentação, excesso de multas de trânsito, acidentados ou alguma outra irregularidade, foram recolhidos. Um problema que se acentua por absoluta falta de local para novos recolhimentos. A retirada de qualquer desses veículos se dá após a regularização do mesmo, no entanto os próprio donos ou responsáveis não procuram resgatá-los diante das condições que muitas vezes não compensa. A situação longe de ter uma solução é uma demonstração clara de que o local continua sendo visto como museu de sucata conforme flagrou a nossa reportagem.


Polícia para quem precisa de Polícia

Dia após dia não há como negar a situação, em Pombal a violência tem aumentado assustadoramente. Nessa vulnerabilidade o cidadão está à mercê da sanha dos bandidos. Apesar do esforço das autoridades policiais estamos como naquele alerta: salvem-se quem puder ao mesmo tempo em que perguntamos quem será a próxima vítima.


Eleições 2012

Se alguém está pensando que o pleito eleitoral deste ano será fácil ou no linguajar mais técnico “light” pode estar redondamente enganado. O trunfo vai ser mesmo é “paus”. Certamente com material de sobra para muitas denuncias tudo como o eleitor gosta.


Olhando pra frente

Chega de tempo perdido. A palavra em Pombal é edificar o futuro.  Sem olhar o retrovisor político da história o que se busca é um presente que possa servir de espelho para o futuro com a conclusão de muitas obras.

De volta ao aconchego

Depois de algum tempo sem atualizar minha coluna retorno para o exercício da função de jornalista e colaborador do patosonline. Nessa nova temporada espero a interação com o público leitor na certeza de que na vida ou na trajetória profissional nós temos não só amigos e companheiros , mas simpatizantes.


Para a nossa reflexão

“Ela é tão linda e tão bela, aquela Acácia Amarela, que a minha casa tem. Aquela casa direita, que é tão justa e perfeita, onde eu me sinto tão bem. Sou um feliz operário, onde o aumento de salário, não tem luta nem discórdia. Ali o mal é submerso e o Grande Arquiteto do Universo, é harmonia e concórdia”. (Acácia Amarela – Luiz Gonzaga)

 
Um TFA

jdesousaneto@bol.com.br

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