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04 de janeiro de 2013, 14:28

Secretário acusa ex-prefeito de transferir dinheiro da Prefeitura para parente três dias após deixar o mandato


O secretário de Administração da cidade de Juazeirinho, Fred Marinheiro, fez uma grave acusação contra o ex-prefeito da cidade Bevilacqua Matias Maracajá. De acordo com Marinheiro o ex-gestor fez na último quinta-feira (3) transferência de dinheiro de uma conta da Prefeitura Municipal, três dias após deixar o Paço Municipal.

O dinheiro, segundo contou o secretário em entrevista ao Correio Debate, da 98 FM, teria sido transferido para uma conta de um concunhado do ex-prefeito.

Diante dessa situação, a atual gestão registrou nesta sexta-feira um boletim de ocorrência contra o ex-prefeito informando a irregularidade cometida pelo político.

Ainda durante a entrevista concedida a Rádio Correio, o secretário também narrou todos os desmantelos deixados pelo ex-prefeito antes de deixar a o governo. De acordo com o auxiliar da prefeitura não se pode ainda decretar estado de calamidade na cidade por falta de papel.

“Nós não tivemos condições ainda nem de decretar estado de calamidade estado de calamidade, ou, emergência porque nem papel para o ofício se encontra na Prefeitura”.

O auxiliar do novo prefeito contou que a nova gestão encontrou a Prefeitura com a energia, o abastecimento de água e a conta do telefone cortados, funcionários com décimo terceiro salários atrasados e muito lixo nas ruas. “Já foram retirados cerca de 50 toneladas de lixo das vias públicas”, disse o secretário”, ao afirmar que o matadouro público da cidade está interditado pela Vigilância Sanitária. “Não tinha a menor condição de fucionamento”, declarou.

Relacionando outros problemas enfrentados pelo atual governo de Juazeirinho, Fred Marinheiro disse que o hospital da cidade tem apenas “as paredes” e as pessoas estão há mais de cinco meses sem medicamentos e atendimento médico.

“O hospital está impossibilitado de atender e todas as ambulâncias estão depenadas. Pois roubaram pneus, motores. Enfim, um verdadeiro caos”, relatou.


Roberto Targino - MaisPB


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