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05 de junho de 2013, 09:20

Exagero na dose


Desculpem-me alguns companheiros, mas tem muita gente exagerando na dose quando o  assunto é elogios. Não se pode nem se admitir enaltecer uma administração de um político qualquer, com menos de 6 meses de mandato e muito menos de administração. Quando, durante esse período, nada ainda fizeram para merecer não só elogios como artigos de destaques. Isso  costumamos ver, quando se merece e tem fundamento, a partir do 2ª ano seja no executivo ou legislativo. Porque, antes, nada dá para se fazer a não ser arrumar a casa e terminar as coisas deixadas pela administração passada.

Exemplo de elogios exagerados cito um bem próximo a nós. A administração da atual presidente de nosso Legislativo Nadigerlane Rodrigues. Se no início alguns estavam lhe crucificando e batendo pesado pela sua forma considerada por eles arbitrária e grosseira em conduzir esse poder, por demitir e perseguir funcionários a exemplo de companheiros nossos, estes mesmos, sem nenhuma justificativa ou explicação, do dia para a noite abandonaram os colegas e passaram a lhe endeusar  de certa forma até absurda com artigos e prestações de contas alucinatórias tentando assim subestimar a inteligência das pessoas. Resolveram seus problemas e deixaram pelo meio do caminho os companheiros, a exemplo de  Adilton Dias, com 25 anos de serviços prestados aquela casa e tantos outros amigos de batente que foram dali afastados e tratados como um cachorro sardento.

Nada tenho contra a Nadir, nem tampouco contra a prefeita Francisca Motta e demais prefeitos e presidentes da Câmaras de nossa região, mas no meu ponto de vista nenhum, por enquanto, merece artigos com exageros de elogios e muito menos edição especial. Estão com pouco tempo de mandato e fica até ridículo se prestar assessoria com excesso de bajulação quando a própria comunidade está vendo que esse artigo não passa de meras linhas bajulatórias  e de interesse pessoal.

Vamos fazer jornalismo com ética e respeito à opinião pública e não como alguns estão fazendo, passando informações inverídicas para as pessoas, transformando seu veiculo de comunicação num produto de venda para certos políticos, muitos destes que até então, não tem feito outra coisa durante todo esse tempo demitir e ameaçar quem não reza na sua cartilha. É por essa e outras que muitos colegas já caíram no descrédito perante a opinião pública e  o que receberam dos políticos que tantos eles bajularam, foi o velho pé na bunda.


Combate as drogas

 

 

Em Patos, as polícias chegaram a um acordo que a única solução para tentar combater as drogas seria se unir todos em uma só força. Assim fizeram e já estão colocando na prática com o intuito de combater e prender os traficantes e salvar tantos jovens desse maldito vicio. Vamos torcer para que essa campanha seja coroada de sucesso, pois já perdemos demais para as drogas e entre um traficante e um jovem viciado, vamos tentar salvar o jovem e tirar de circulação os traficantes que tanto mal tem feito às famílias.

 

Esperando o momento certo ou decepcionado?

 

Nos últimos meses quem anda desaparecido do cenário político local é o ex-prefeito Ivãnio Ramalho. Não tem frequentado mais a prefeitura e muitos menos dado qualquer entrevista com relação a administração da prefeita Francisca Motta. Depois do pleito calou-se e há quem diga que esse seu silencio não é nada menos de que pura decepção com a própria cúpula do PMDB patoense. Prefere não falar, mas anda cheio de magoas pelo não reconhecimento de seus relevantes serviços prestados a esta sigla no último pleito. Será?

Candidato

Anda calado, mas uma fonte informou que ele, Ivânio, já estuda a possibilidade de sair candidato a deputado estadual na eleição do próximo ano. Esse silencio é simplesmente estudando o comportamento das lideranças para então chegar na hora certa e dizer para que veio. Sempre foi muito bem votado em nível local e para onde for, poderá dar um novo destino à política de nossa Patos. Se pretende migrar, convite é que não tem faltado. E se for?


Órfão

 

 

Pelo que tenho ouvido por ai, está mais do que na hora de Dinaldo pai ou filho, se reunir com suas bases na cidade de Patos. Estão se sentindo órfãos e como oposicionistas da administração local, andam por demais carentes de apoio. Os vereadores de sua própria base são os que andam mais reclamando não só da ausência de ambos, como muito mais do apoio moral. Alegam que depois de eleitos, nunca mais ouviram a voz de ambos nem mesmo pelo celular. Procede?

 

São João para pobre?

 

 

Muitos ficam nas rodas de amigos diariamente, questionando sobre as festividades juninas de Patos. Sempre foi assim nesse período e esse ano não poderia ser diferente. Alguns acham que é uma festa popular enquanto outros discordam. Porém, entre as duas, acho que as festividades juninas de Patos passaram de popular para rentativa. Um São João pra rico ver. Pois, qual o pobre que pode desembolsar 4 mil reais por um camarote para 5 dias de festa? Qual pobre que pode dar R$700,00 reais pelas senhas das cinco noites em um camarote “Vip”? E o que resta para o popular ou como queiram chamar a classe da pipoca? No máximo, 30% do espaço para todos curtirem uns sobre os outros. É um São João caro e ao mesmo tempo muito rentável. Um São João empresa que no final deixa muito dinheiro e por isso, quem dominou continua na linha de frente como nos anos anteriores. O que é bom quem larga?

 

Agilidade

 

A prefeita Francisca Motta(PMDB), que costuma acompanhar pessoalmente as obras de sua administração, não tem dando trégua para alguns secretários. Não só tem inspecionando pessoalmente como também vem cobrando dos mesmos agilidade nos serviços e cumprimento em tempo real das metas. Não se pode negar. Sempre foi pontual e honestíssima  nos seus compromissos pessoal e administrativo.

Nordeste de ninguém

O Nordeste só voltará a ter uma paz mais aliviada após a Copa de Mundo. Até lá, servirá como já está de moradia para a bandidagem da região sul. De todos pelo visto, a Paraíba, foi  escolhida como o paraíso da migração. Nunca se viu tantos assaltos, sequestros relâmpagos, drogas e explosão a bancos. Uma violência onde a polícia por mais que faça, mesmo assim, não vem conseguindo total êxito nas grandes ações praticadas pelas quadrilhas.

Osvaldo Medeiros

 

www.osvaldomedeiros.com

 


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