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28 de junho de 2013, 09:36

Que tipo de protesto é esse?


Atualmente, por todo o Brasil, assistimos uma verdadeira onda de protestos. Mas, finalmente, qual o foco principal para tantos protestos? Teve início com o álibi dos aumentos das passagens dos coletivos e de pronto foram atendidas todas as reivindicações. Em muitos Estados, até antecipadamente e nem por isso deram um basta. Ao contrário a cada dia aumenta de forma violenta e assustadora onde a polícia já chegou ao limite e algumas região até perdendo controle. Numa verdadeira baderna sem precedência onde os mais prejudicados tem sido justamente quem dar emprego e paga seus impostos em dias.

Temos a certeza de uma coisa. Pessoas de bom senso e inteligentes não vêm apoiando essa forma de protesto. Saques, depredação a órgão público e violência, nunca foi aqui e em lugar nenhum, visto como forma de protesto para reivindicar alguma coisa. E sim vistos como baderneiros, oportunistas e bandidagem infiltradas em meio a pessoas de bem, para enlamear quem na verdade tenta reivindicar alguma coisa justa. É uma pena uma democracia ampla como a nossa esteja sendo confundida como anarquia. Uma prova que a maioria dos brasileiros sempre entenderam melhor, a língua do regime da ditadura. Reivindicaram tanto essa liberdade e não estão sabendo fazer bom proveito dela. Uma pena.

Melhoria salarial

Em meio a tantos protestos por ai afora, ainda não tive a oportunidade de ver ninguém, saindo, em defesa dos funcionários públicos (municipal -estadual – federal) atualmente, com os salários tão defasados. Principalmente aqueles que ganham acima de mínimo tanto da ativa como os esquecidos e sem voz aposentados. Cadê os lideres classistas?

 

 

 

 


Não falta dinheiro

Olha que fico puto da vida quando ficam alegando por aí que a saúde do Brasil vai mal por falta de dinheiro. Tudo não passa de pura balela e hipocrisia. Dinheiro sempre teve e muito. O que falta para a rede hospitalar brasileira são gestores sérios (HONESTOS) a exemplo do saudoso médico Gutemberg Medeiros que na sua passagem pelo Hospital de Patos, mostrou claramente que o repasse dava que sobrava. Os fornecedores brigavam para lhe vender, nunca faltou bons medicamentos, material de limpeza, alimentos e o seu sucessor recebeu de suas mãos tudo em dia e ainda uma gorda conta bancária de sobra. Assim como também foram as passagens dos médicos Odir pela Maternidade e Elizeu pelo Regional.

O problema é que muitos usam a direção dos Hospitais para trampolim político seu e dos seus chefes e no final, conseguem galgar seus objetivos, deixam os rombos que nunca deram em nada e a população é quem paga. Você conhece  algum administrador público que deixou rombo respondendo algum processo administrativo ou penal? Nem eu!!!!!!

Se vendem

Fico observando alguns “protestos” por ai e vendo, os mais revoltados são justamente os que mais contribuíram para corromper os políticos e colocarem nas prefeituras, câmaras de vereadores, assembleias, câmara dos deputados e senado. Qual o respeito que a classe política pode ter por um eleitorado (claro nem todos) que se vendem? Quem chegou aonde chegou não foi por mérito foi justamente, gastando e muito. Nem todos são os Tiriricas da vida que são eleitos pelos votos de protestos porque a maioria é explorada mesmo pelo povão. Nem todos que sonham com a política são corruptos. Mas, infelizmente, quando entram, essa maioria lhe corrompe para lhe presentear com o mandato. Então, assim não chegam e quando chagam estão corrompidos. Culpa de quem? Será se no próximo pleito, veremos políticos eleitos sem que seja necessário dar saco de cimento, emplacamento e pneus de motos, remédios e etc? Seria muito bom, mas não passa de um sonho.

São João

As festividades juninas de Patos passaram de dez para cinco dias. Errou quem pensou que iria ser pior. Pois, foram poucos dias, mas bastante proveitoso. O Terreiro do Forró ficou pequeno para tanta gente e a organização foi em muito superior aos dos anos anteriores. A segurança administrou muito bem a parte interna e a polícia, por incrível que pareça, não teve tanto trabalho na parte externa. Prisões correcionais e pequenos furtos.

A imprensa teve mais liberdade para trabalhar e não podemos deixar de ressaltar o excelente empenho da Coordenadora de Comunicação Nayane Rodrigues, que dentro de suas limitações fez o que pode para agradar a todos. Sou testemunha que levou muito chá de cadeira na Agytus para não deixar sem credenciamento os jornalistas fotográficos, sites e impresso. Nessa época, como aparece jornalista. As emissoras foram cada uma contemplada com um camarote.

Jornal

Por falar em emissora, desde que ingressei no jornalismo sempre acompanhei as rádios com seus funcionários pagos com o faturamento do seu departamento comercial. Com o passar dos tempos, estas mesmas foram diminuindo seu quadro funcional perdendo em muito a qualidade e passando a vender horários até para pessoas não credenciadas. Pior que o jornalismo que tem por obrigação de ser de prata da casa, agora estão vendendo também. Dois ou três jornais numa mesma emissora. Tem sentido?

 

 

Osvaldo Medeiros

 



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