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11 de outubro de 2014, 09:58

PREFÁCIO EM ACRÓSTICO


Radiante e feliz fiquei, pelo convite a prefaciar esta obra. Aqui estÁ

A primeira do autodidata e pensador, filho da terra, que um dia sonhoU

Imortalizar-se, escrevendo a história do seu tão maravilhoso venusto lugaR

Memórias de um moleque que não quis estudar – este - embevecido título dE

Uma obra literária tão sonhadora; e escrita por um menino sapeca e travessO

Notabilizado, então, pela sua riqueza: espirituosa e de sabedoria; de cultura E

Dedicação. Inteligência, lume, empenho... São virtudes briosas do seu doM

Obstinação que o fez meritório no enlevo desse sonho tão aureolado eM

Altivez; na vontade de doar, como prêmio emérito ao povo maltensE

Lidado pelas letras, o autor esmera-se altivo, coM

Vislumbre a seu brilho literário; proeza, onde aqui, Ó

Está o fruto precioso de um rico compêndio para se leR

Sonho que hoje chega ao seu mais insigne píncaro; aquI

Dedicado a todos leitores regionais, como alvitre pra leiturA

Eis, aqui, seu contexto, que vai da criação do povoado, desdE

Sua origem e formação, à sua emancipação; bem como as suaS

Ovantes personalidades que contribuíram para a grandeza de MaltA

Uma história contada de forma seleta, concisa, pitoresca; pois que, soB

Sapiência e abnegação o literato apresenta aqui este legado cultural, ondE

Aqui o leitor vai deleitar à leitura do livro de um moleque que não quis estudaR 

 

 

Francisco Soares de Lima (Poeta Chico Velho)

 


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