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24 de outubro de 2016, 11:11

Gangorra política: Não seja um alienado político, pense por você mesmo


Há décadas que a nossa sociedade enfrenta graves problemas em quase todas as áreas. Sai governo entra governo, sai prefeito entra prefeito, renova-se parlamento (seja Câmara Municipal, Assembleias Legislativa ou Congresso Nacional), e tudo continua como antes. Para agravar a situação, nos pleitos eleitorais, o que se vê, são cifras astronômicas sendo investidas por partidos, candidatos e facções políticas com o objetivo de se chegar ao poder. Essa prática encontra respaldo em uma população pobre, sofrida, carente de emprego, e ansiosa por encontrar algo que amenize seu sofrimento diário. Esse povo, mesmo com as muitas campanhas de igrejas, judiciário, parte da imprensa, é quase que obrigado a vender o voto e alimentar o monstro da corrupção, dando o seu poder (através do voto) a políticos sem escrúpulos, que pensam exclusivamente em suas ideologias e contas bancárias. Também no meio desse cenário, tem os oportunistas de plantão, que afirmam está ao lado do povo, se dizem defender os interesses de classes menos favorecidas, empunham bandeiras, faixas, mobilizam parte da população com uma lavagem cerebral e levam para o meio de avenidas, feito gado tangido para qualquer lugar. Esses supostos paladinos das minorias, defendem ao mesmo tempo ditadores sanguinários e regimes corruptos e totalitários em países vizinhos e espalhados pelo mundo.

Some-se a tudo isso, a violência que impera em todos os recantos da nossa pátria e do mundo. Assassinatos, estupros, arrombamentos a caixas eletrônicas (já rotina na nossa região), refugiados de conflitos sem sentido, loucos que matam em nome de Deus, religiões que se mantém em cima de riquezas incalculáveis, mas que se apoiam em fies maltrapilhos e paupérrimos.   

O planeta que habitamos (casa em comum), não aguenta mais nossa espécie (humana), e já dá sinais, de não mais nos suportar com nossas loucuras e manias de grandeza. O clima parece confuso, desastres naturais se intensificam, novas e letais doenças se proliferam.               

Pois bem, não é preciso ser profeta, nem vidente para perceber que estamos no caminho errado. Caminhamos a passos largos para a autodestruição. As instituições que aí estão (religião, política, e tantas outras), falharam. A nossa sociedade está doente, e se nada fizermos corremos um sério risco. A boa notícia é que temos a cura para tudo isso. Sim, isso mesmo, a Cura! E você agora vai saber qual é. O remédio para todos esses males, temos conhecimento há milênios. É algo que um jovem que viveu há pouco mais de dois mil anos, e caminhou nos desertos da palestina ensinou; é o amor mútuo e incondicional. Sim, a cura para o mundo é o amor. Devemos perceber que somos um, sem rótulos. Devemos nos respeitar independentemente de raça, facção política, religião, opção sexual, clube de futebol, e qualquer caixinha inventada para nos dividir.

Procure criticar menos, julgar menos. Amar mais, perdoar mais. Controle seus pensamentos, agradeça o que tem, presencie mais o pôr do sol, admire mais o céu estrelado a noite, tire um tempo só para você. Esses são pequenos atos que abrirão espaço para surgir o amor incondicional dentro do seu coração que irá mudar a sua vida. Se queres mudar o mundo, comece mudando a você mesmo, seu ambiente, sua família, sua visão de felicidade. Lembre-se, você tem o poder de ser feliz, e de mudar a realidade a sua volta. No entanto, nunca alcançará essa benção se não superar o sentimento de divisão, de disputa, e de medo.

Somos todos um, e o amor é a cura para todos os nossos males.

 

Convido você a ouvir um pouco de minhas reflexões no programa radiofônico Radar.

 



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