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30 de outubro de 2016, 22:45

É, precisamos promover a REVOLUÇÃO!


Usamos uma expressão para definir algo que está estagnado, parado: Andando em círculo. Pois bem, tenho a impressão que nossa sociedade, mesmo com fantásticos avanços em algumas áreas, continua a dar voltas e não progride em campos essenciais, como por exemplo, a resolutividade de nossos problemas mais profundos. Vivemos em um mundo de avanços na informática, na ciência, nos transportes (apesar de que essas conquistas chegam apenas para quem pode pagar), porém a humanidade continua a se agredir, a promover a separação, a criar rótulos, dogmas, e regras, que só nos afasta um dos outros. Penso que o sentimento de “nós e eles”, do ponto de vista da disputa, funciona como um, dos tantos motores destrutivos dentro de cada um de nós. No entanto, essa ideia (separação) está entranhada no ego humano, e aparece desde as religiões, a uma simples partida de futebol. Criamos regras de comando social, muito bem representadas pela política, mas que ao invés de servir a população são subservientes as cúpulas dessas supostas instituições representantes.

Criam-se ideologias, dogmas, ideias no terreno político com a desculpa de lutar pela minoria, quando na verdade estão defendendo seus próprios interesses. Derruba-se governos, elege-se outros, conspira-se contra esse aqui, protesta-se conta aquele outro, sempre usando alguns como “massa de manobra”. Se reúnem, se organizam, enchem as cabeças dos menos esclarecidos, ordenam que vão às ruas, e se for preciso, ajam com violência, mas sejam notados. Pregam espada contra espada, violência versos violência, corrupção contra corrupção, aliás, SER corrupto, ditador, terrorista, sanguinário, ladrão... do meu lado pode, do outro nem pensar.

Gente, vocês não percebem que está tudo errado? Que há milênios combatemos fogo com fogo, e somos regidos pela regra do dente por dente, olho por olho? E agora eu pergunto: A violência cessou? A corrupção extinguiu? O sentimento de divisão parou? Claro que não! Então precisamos promover uma revolução. Sim, uma revolução! Mas não aquela que o ego humano conhece, realizada com baionetas, tanques de guerra, bombas, mísseis, espadas e fuzis. A revolução que vai mudar o mundo precisa ser promovida em um terreno muito mais fértil que quarteis, igrejas, congressos, escolas ocupadas, e movimentos de rua. Esse espaço é a mente humana, ou coração da humanidade, e será feita com o sentimento de que somos um, somos apenas parte de um todo, que não precisamos eliminar o outro para que tenhamos êxito. Precisamos mudar nossos corações para poder mudar o mudo. Não mudar de facção política, não derrubando o seu, e promovendo o meu governo, não exterminando as minorias e prendendo meus opositores, não calando o outro, ou queimando em praça pública, colocando em presídios aqueles que não aceitam as minhas imposições.

Precisamos de amor e não ódio, de flores e não espadas, de perdão e não condenação, de acolhimento e não crítica. Esse é o remédio para a humanidade; a Revolução do Amor.

Convido-lhe para acompanhar algumas de minhas reflexões no meu canal no Youtube.


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