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06 de novembro de 2016, 14:23

O mundo que você deseja, só você pode construir!


Que mundo você deseja? Essa é uma pergunta interessante, mas que quase sempre nunca paramos para pensar de uma forma mais profunda no significado da resposta. Quem não queria uma sociedade mais justa, menos violenta, mais igualitária, e sem tantos problemas? Um lugar onde a ciência servisse a todos, e não a uma minoria rica e poderosa que pode pagar pelas novas descobertas. Um lugar onde as pessoas se aproximassem umas das outras, para ajudar e fazê-las feliz, ao invés de pensar o que pode ganhar com tal aproximação. Quem sabe um tempo onde cada um se respeitasse, e se tratassem como parte de um todo, mesmo com idiomas, costumes, cultura e cor da pele diferente. Quem sabe um tempo no qual percebêssemos que habitamos o mesmo organismo (Planeta Terra), assim como nossas células fazem parte do nosso corpo. Que tal um tempo onde as nuvens do céu, o pôr do sol, um luar ao campo, o canto de um pássaro, um sorriso de uma criança, valha mais do que alguns noticiosos violentos, ou horas em jogos eletrônicos, filmes assustadores!

Pois é, isso não é um sonho, mas também não cai do céu (usando uma gíria popular). Esse “mundo dos sonhos”, espera por você, ou melhor, por sua atitude. Assim como você planeja o futuro dos seus filhos, precisa planejar um lugar melhor para a humanidade, que enfrenta atualmente um momento atribulado, de incertezas e conflitos em diversos campos.            

Esse é um momento de construirmos um amanhã diferente. Sim, alguns vão afirmar que isso é bobagem, alienação, perda de tempo, mas vem a pergunta: Que mundo queres deixar para seus filhos e netos. Violência, corrupção, mentira, idolatria, disputa? Se a resposta foi NÃO, a nova era da humanidade precisa de você. Faça uma autorreflexão, medite, veja o que precisa ser mudado em seus pensamentos. Comece a colocar as primeiras peças que farão de você um ser humano tolerante, calmo, compassivo, que sabe escutar e agir com discernimento.  

Não adianta frequentar a sua Igreja, se ao sair dela, manterá no coração o sentimento de fazer parte de uma minoria escolhida, superior, ou que sabe decorados alguns versículos da Bíblia, paga o dízimo, é amigo do seu orientador religioso, e por aí vai. O que fará realmente a diferença são suas atitudes. Você pode até praticar todas as coisas anteriormente citadas, mas (como dizia Paulo de Tasso), tais coisas sem amor de nada valeriam. Procure ouvir a voz de sua consciência, entender o desejo latente que existe no seu coração de ajudar as pessoas, de arrancar um sorriso daqueles que cruzam por você durante o dia. Pense em ajudar, simplesmente por sentir aquela sensação boa, e não para ser aplaudido pelos outros, ou ter um voto em época de eleição para você, ou algum correligionário.   

Lembre-se: O poder da mudança não está nos livros de história, nas descobertas da ciência, nas bandeiras ideológicas partidárias, nos templos religiosos, mas no local mais sagrado do universo, O SEU CORAÇÃO.   

Comece a construir um futuro melhor. Mude para melhor, seus pensamentos, suas palavras, seus atos e emoções. A nova humanidade precisa de você.

Se preferir, escute meu comentário no Programa Radar do dia 05 de novembro de 2016, onde abordo o tema: Nem direita, nem esquerda. Seja o certo!

 

Marcos Oliveira – Santa Terezinha, 06 de novembro de 2016


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