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15 de novembro de 2016, 14:15

O mundo anseia por mudança


O sentimento de que a medida já encheu, que algo está saturado, que estou cansado de tudo isso, que precisamos mudar, parece que ocupa a cada momento mais espaço nos corações das pessoas. Ultimamente fatos considerados difíceis de acontecer, tais como a saída do Reino Unido da União Europeia, a eleição de Donald Trump no Estados Unidos (desbancando uma super candidata), a caída de um governo federal no Brasil (impeachment de Dilma) seguida da prisão de chefões da política nacional (Cunha e outros), declarações fortes do maior líder católico do momento (Papa Francisco), foram registrados para surpresa de muitos. Esses acontecimentos são mais notáveis, pois envolvem grandes líderes mundiais. Mas mudanças não menos importantes acontecem diariamente nos corações das pessoas. São homens e mulheres (de várias partes do mundo) que de uma hora para outra começam a questionar tudo. Seus sistemas educacionais, suas crenças e religiões, suas visões de mundo. De repente essas pessoas não se sentem mais atraídas por algo, até então considerado normal, como por exemplo, ver televisão, sair para festas, participar das mesmas longas e cansativas reuniões de suas comunidades. Esses cidadãos e cidadãs se sentem desmotivados pelos processos eleitorais de seus países, se afastam, e começam a pensar sobre tudo.

Talvez você que esteja lendo essas linhas, tenha sentido (nem que seja de leve) um desses sintomas. Pois é, parece que chegamos a um ponto que algo diferente de tudo precisa acontecer. É como se pressentíssemos que algo grandioso está próximo, e tal força mexesse com nossos emocionais nos impulsionando a questionar tudo em nossa volta.

Talvez precisemos parar um pouco e ouvir mais, esses anseios que vibram constantemente dentro de cada um. Quem sabe se não está na hora de dedicar um pouco mais de atenção para nosso interior, e entender (como descobriu Aristóteles), que o homem não é apenas uma montanha de músculos, mas também algo que não vem da matéria. Atualizando essa frase: quem sabe se não está na hora de descobrir que não somos apenas embates, batalhas, discussões? Que não somos apenas serem robotizados que acorda trabalha, ganha dinheiro, paga as despesas, trabalha de novo?  Quem sabe se não está na hora de querer mais do que meu chefe religioso prega, que minha facção política diz, que meu sistema econômico me obriga? Não é brincadeira de louco ou alienado, aliás, a verdade aos olhos daqueles que ainda não entendem parece loucura (autor desconhecido). O sentimento de mudança, o “cheiro” de que algo novo e grandioso se aproxima está no ar, e cada vez mais forte. Isso já começa a afetar o coletivo humano e suas decisões.                       

Pare, reflita, questione tudo com amor, e agradeça o que sabe, ou possui. De mais valor as coisas que o dinheiro não compra, aprecie mais o calor e luz que o Sol te oferta e está ao seu redor. Faça mais o que seu coração sugere, se preocupando menos com regras dogmas, e costumes. E mais com o amor ao próximo, a paz, o perdão, o planeta terra, e toda gama de vida aqui existente.      

 

Ame e seja feliz.

 

Marcos Oliveira, Santa Terezinha, 13 de novembro de 2016.

 

Veja minha reflexão sobre a importância do respeito. (apreveite e visite meu canal no youtube - CLICANDO AQUI)

 


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