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08 de outubro de 2018, 15:34

Mesária citada em denúncia registrada na Polícia Federal explica como tudo aconteceu


Neste domingo (7), dia de eleição em todo o país, foram registrados vários casos de problemas nas urnas eletrônicas. Dentre esses casos, um foi registrado junto à Polícia Federal da cidade de Patos, sertão da Paraíba.

Uma mulher identificada por Antônia Alves, contou que após tentar votar no seu candidato, percebeu que mesmo digitando o número correto, a foto do seu candidato(a) não constava na urna eletrônica.

A sessão de número 30ª, onde o fato supostamente ocorreu estava funcionando no colégio estadual Azenir Lacerda, no bairro Belo Horizonte.

Após saber do ocorrido, a filha da senhora Antônia Alves comunicou o fato à Polícia Federal.  

PRESIDENTE DA SESSÃO EXPLICA O QUE ACONTECEU

De acordo com Ediflavia Rosy da Silva Bezerra, presidente da sessão onde o fato relatado supostamente aconteceu, a senhora Antônia Alves foi votar pela manhã, inclusive chegando ao local e demonstrando muita pressa. Entregou os documentos e já foi direto em direção à urna. Neste momento, a presidente da sessão afirmou que ainda precisava pegar a digital da eleitora em questão, que por sinal, teve que assinar devido ao não reconhecimento da digital. A senhora Antônia votou em saiu apressada.

Já no período da tarde, a eleitora voltou acompanhada da filha, genro e neta, solicitando que registrassem no livro de ata a informação que ela não tinha visto a foto do seu candidato para presidente. “Eu tentei explicar que, pela pressa que tinha chegado, era normal digitar rápido o número do candidato e apertar confirme. Pois neste caso, a urna não consegue computar a informação, e portanto, a confirmação ocorre mesmo antes da foto do candidato(a) aparecer”, relatou Ediflavia.

Ela ainda contou que outro eleitor também saiu dizendo que votou tão rápido que não deu tempo vê a foto do candidato. “Por mais que eu explicasse que a mesma chegou com pressa e votou com pressa, mais ela não aceitava o que eu dizia; não dava ouvidos ao que eu falava”, complementou Ediflavia.

Por último, a chefe da sessão disse que caso tivesse ocorrido alguma irregularidade, ela mesma teria acionado a justiça eleitoral para resolver.

 

Matéria por PatosOnline.com - Carlos Dhaniel


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