Esportes Encontro com ídolo
Patoense Alex Filho realiza sonho de conhecer Zico em João Pessoa: “Meu coração está quase pulando para fora”
O encontro aconteceu em João Pessoa, durante o II Congresso Paraibano de Municípios, que contou com a presença do ex-jogador como palestrante.
04/04/2025 13h30 Atualizada há 12 horas
Por: Felipe Vilar Fonte: Felipe Vilar - Patos Online
Foto: Reprodução/TV Correio

Um momento inesquecível marcou a vida de Alex Sandro Medeiros, mais conhecido como Alex Filho, um menino de apenas 13 anos, natural de Patos, no Sertão da Paraíba, que convive diariamente com a distrofia muscular de Emery-Dreifuss, uma doença rara e progressiva que afeta seus movimentos e o mantém sob ventilação mecânica 24 horas por dia.

Apaixonado pelo Flamengo, Alex viveu um de seus maiores sonhos: conhecer Zico, o eterno ídolo rubro-negro. O encontro aconteceu em João Pessoa, durante o II Congresso Paraibano de Municípios, que contou com a presença do ex-jogador como palestrante.

Emocionado, o garoto resumiu a sensação em palavras simples e tocantes:

“Meu coração está quase pulando para fora, não sei se choro, rio”, disse, visivelmente comovido.

E o momento especial ganhou ainda mais brilho com uma promessa feita pelo próprio Zico: Alexsandro será seu acompanhante no tradicional "Jogo das Estrelas" no Maracanã, no fim do ano, entrando com ele no gramado diante de uma multidão.

 

Em 2023, o jovem já havia visitado o Rio de Janeiro, onde conheceu os jogadores do Flamengo na época, entre eles Arrascaeta, Gabigol, Pedro, Everton Ribeiro, Gérson e o goleiro paraibano Santos.

Apesar de ser vascaíno, o pai de Alex nunca deixou que a rivalidade atrapalhasse a felicidade do filho. Com muito bom humor, ele contou:

“A primeira pessoa a comprar uma camisa do Flamengo pra ele fui eu. Ele disse: Sou flamenguista, pai, e quero ser feliz. Eu respondi: Seja feliz, porque vascaíno sofre muito”, brincou.

A história de Alexsandro é um lembrete do poder do futebol, da empatia e do amor incondicional da família. Um menino guerreiro, que, apesar das limitações físicas, carrega no coração a chama viva de um sonho rubro-negro.

Por Felipe Vilar - Patos Online