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Governador João Azevêdo condena ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela
O chefe do Executivo paraibano assegurou que o ataque militar americano viola as regras internacionais e põe em risco a segurança das nações sul-americanas, enfatizando que a força nunca substituirá as ações do campo diplomático.
03/01/2026 20h00 Atualizada há 2 dias
Por: Genival Júnior Fonte: Genival Junior
Foto: reprodução

O governador da Paraíba, João Azevêdo, criticou o ataque militar dos EUA à soberania da Venezuela, ocorrido neste fim de semana, ocasião em que teria sido aprisionado o ditador Nicolás Maduro.

Em postagem feita no Instagram, o chefe do Executivo paraibano assegurou que o ataque militar americano viola as regras internacionais e põe em risco a segurança das nações sul-americanas, enfatizando que a força nunca substituirá as ações do campo diplomático.

“É muito grave qualquer ataque à soberania de um país. Isso quebra as regras internacionais e coloca o mundo todo em risco. A força nunca vai substituir a diplomacia. Para encontrar saídas que funcionem de verdade, o que deve prevalecer é a soberania dos interesses do povo venezuelano e a paz”, disse o governador.

 
 
 
 
 
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SOBRE O FATO

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, teria sido capturado junto com sua esposa, Cilia Flores, durante um ataque dos Estados Unidos ao país na madrugada deste sábado (3/1).

Segundo informações atribuídas ao próprio presidente americano, Donald Trump, Maduro foi retirado do país por via aérea. Ele não detalhou como se deu a captura, mas informações internacionais apontam para um vazamento de dados militares sobre o local exato onde ele se encontrava.

No início da noite deste sábado, o avião que transportava o presidente venezuelano teria pousado na base aérea Stewart Air National Guard Base, em Nova York, segundo informou a BBC nos EUA.

Os Estados Unidos acusam há anos Nicolás Maduro de liderar uma organização internacional de tráfico de drogas — acusação que ele nega. Após sua captura, Maduro teria sido indiciado nos Estados Unidos por “narcoterrorismo” e outras acusações.