O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste sábado (7/2), durante o ato de comemoração de aniversário de 46 anos do PT, em Salvador (BA), que este ano não terá “mais essa de Lulinha paz e amor”. Para o petista, 2026 será um ano de “guerra” por causa das eleições. Mostrou-se, ainda, “motivado para cacete”.
“Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter de nos preparar para para não poder deixar a mentira governar este país. Vamos nos preparar. Eu quero que vocês saibam que eu estou motivado para cacete, porque o que está em jogo neste país não são só as eleições“, destacou o chefe do Executivo, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Pouco antes, Lula afirmou que vai construir um discurso político, mas que ainda não está pronto. “Vamos ter de construir, porque é uma guerra política”, comentou.
Ainda no discurso, o presidente fez questão de reafirmar a soberania do Brasil e acrescentou que o país não aceitará ter “dono” nem será “colonizado”.
“Vai dar PT se entendermos que todas as coisas boas que fizemos não serão suficientes. Não é isso que vai ganhar, não se iluda. O que vai ganhar é nossa narrativa política. Nós temos de dizer em alto e bom som, para quem quiser ouvir: o nosso país é soberano. Queremos trabalhar com todo mundo, mas não queremos ser donos nem queremos ser colonizados“, declarou.
Participaram do evento a primeira-dama, Janja Lula da Silva, o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), o líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), o deputado federal Jilmar Tatto (PT-SP), o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, a senadora Teresa Leitão (PT-PE), a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira (PT), o senador Humberto Costa (PT-CE), a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, o senador Rogério Carvalho (PT-SE), além de demais autoridades e movimentos sociais.
Fonte: Metrópoles