O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Paraíba (OAB-PB), Harrison Targino, defendeu a indicação de uma mulher negra para a vaga ainda existente no Supremo Tribunal Federal (STF), após o Senado rejeitar o indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Jorge Messias.
Harrison explicou que a dinâmica de indicação de ministros para a Suprema Corte brasileira segue o modelo adotado para indicações na Suprema Corte americana e classificou o momento como uma ótima oportunidade para garantir maior representação da diversidade social do país.
“A mecânica de indicação para ministros do Supremo Tribunal no Brasil imita a mecânica de indicação da Suprema Corte americana. No primeiro momento, ocorreram cinco rejeições e, depois de 132 anos, o Senado mais uma vez rejeita uma indicação do presidente. E, quando se faz isso, chama-se atenção para um debate que está na população, com a necessidade de buscar uma certa arrumação dos poderes”, disse o presidente da OAB-PB.
Harrison lembrou que a rejeição de Jorge Messias para o STF representa uma excelente oportunidade para a indicação de uma mulher negra, entendendo que o presidente Lula dispõe de outros nomes em seu campo ideológico para indicar outro nome à Suprema Corte.
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