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Vereadores patoenses divergem sobre título de cidadão concedido a Ricardo Coutinho; ouça
Héber fez elogios à gestão de Ricardo, enquanto Rafael citou experiências pessoais vivenciadas durante o mandato do ex-governador
27/05/2026 22h00 Atualizada há 49 minutos
Por: Genival Júnior Fonte: Genival Junior
Foto: reprodução

Os vereadores Héber Tiburtino e Rafael Policial divergiram sobre a apresentação do título de Cidadão Patoense ao ex-governador Ricardo Coutinho, que visitou Patos recentemente em agendas de sua pré-campanha eleitoral.

Na ocasião, Héber justificou a homenagem citando os investimentos realizados pelo ex-governador nas áreas de educação, infraestrutura, segurança pública, habitação e saúde, como razões para a concessão do título de cidadão.

“Ricardo fez investimentos e deu início à obra da Adutora Transparaíba, além de investimentos no esgotamento sanitário de Patos. Infelizmente, o governo Temer suspendeu a liberação de R$ 100 milhões para Patos. Na educação e na segurança pública, houve as assinaturas da licitação da Escola Técnica Estadual, que foi construída, e da ampliação do 4º Batalhão de Bombeiro Militar, com sede em Patos. Houve também investimentos no Programa Empreender e na habitação, com a construção de 40 unidades habitacionais”, justificou o parlamentar. Ouça

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Héber Tiburtino - Crédito: Câmara, com edição de Higo de Figueirêdo/Espinharas

O vereador Rafael Policial rebateu os argumentos do colega, afirmando ter sido transferido oito vezes na Polícia Civil sem justificativa, e disse que, embora reconheça os serviços prestados à cidade, possui motivações pessoais para não votar favoravelmente à propositura.

“Eu fui transferido oito vezes, sem nenhum motivo. Então, eu tenho motivos pessoais. Eu não estou negando o trabalho do político, mas me recordo de que estive lá, em João Pessoa, para tentar conversar e contar a realidade do que estava acontecendo, e não fui recebido. Não tenho como dar aqui um título de cidadão a uma pessoa dessa. Em momento nenhum eu falei que ele não tem serviços prestados. Tem, sim. Foi um dos piores momentos que eu passei na Polícia Civil”, argumentou Rafael. Ouça:

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Rafael Policial - Crédito: Câmara, com edição de Higo de Figueirêdo/Espinharas