Policial POLÍCIA
Ex-vice-prefeito de Cajazeirinhas é preso em João Pessoa por investigação de violência doméstica
Mandado de prisão preventiva foi cumprido pela Polícia Civil após o investigado ser localizado no bairro da Torre.
29/07/2026 12h00 Atualizada há 2 meses
Por: Higor Oliveira Fonte: Patos Online com PCPB
Foto: Divulgação / PCPB

A Polícia Civil da Paraíba prendeu, na última terça-feira (28), o ex-vice-prefeito do município de Cajazeirinhas, João Felipe Ferreira de Almeida, de 41 anos, durante o cumprimento de um mandado de prisão preventiva relacionado a uma investigação por violência doméstica.

A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Polícia Civil de São Bento e do Grupo Tático Especial (GTE) da 18ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC) de Catolé do Rocha, com apoio da Unidade de Inteligência da Polícia Civil da Paraíba (UNINTELPOL).

Segundo a Polícia Civil, o mandado foi expedido pelo Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Após trabalho de investigação e troca de informações entre as equipes, o investigado foi localizado no bairro da Torre, em João Pessoa.

Ainda conforme a corporação, ao perceber a chegada dos policiais, o ex-vice-prefeito tentou fugir pulando o muro da residência onde estava, mas foi alcançado e preso logo em seguida.

Após a captura, ele foi encaminhado à Cidade da Polícia Civil, em João Pessoa, onde passou pelos procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que a prisão faz parte das ações de enfrentamento à violência doméstica e familiar, reforçando o compromisso com a responsabilização dos investigados e a proteção das vítimas.

Defesa emite nota

A defesa do ex-vice-prefeito de Cajazeirinhas, João Felipe Ferreira de Almeida, divulgou uma nota oficial nesta quarta-feira (29) se posicionando sobre a prisão preventiva decretada contra o investigado no âmbito de uma investigação por violência doméstica.

No documento, o advogado Lucas Mendes Ferreira afirma que a defesa já está adotando as medidas judiciais cabíveis para reverter a decisão, sustentando que a prisão preventiva é uma medida excepcional e que, no entendimento da defesa, não seria adequada ao caso.

A nota também esclarece que, após ser localizado e preso pela Polícia Civil, João Felipe colaborou integralmente com a ação policial, cumprindo as determinações dos agentes. Em seguida, ele foi encaminhado à Central de Polícia Civil e apresentado em audiência de custódia no Fórum Criminal da Comarca de João Pessoa.

Segundo a defesa, durante a audiência de custódia não houve análise do pedido de revogação da prisão preventiva. O advogado ressalta que o magistrado apenas verificou a legalidade do cumprimento do mandado de prisão, sem examinar o mérito da investigação ou da decisão que decretou a prisão.

Ainda de acordo com a nota, João Felipe tem colaborado com as investigações desde a fase inicial do inquérito, comparecendo espontaneamente à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos.

Por fim, a defesa afirmou que continuará atuando para o esclarecimento dos fatos e declarou confiar que, ao término da persecução penal, a Justiça adotará a decisão adequada.

Por Patos Online
Com informações da PCPB