Policial MORTE DE BEBÊ
Morte de bebê de um ano é investigada pela Polícia Civil em João Pessoa
Criança apresentou sintomas antes de morrer no Hospital de Trauma; exames no IPC devem apontar a causa da morte
08/09/2026 16h00 Atualizada há 3 minutos
Por: Higor Oliveira Fonte: Patos Online com g1 PB
Foto: Reprodução

Um bebê de um ano, identificado apenas como Noah, morreu nesta segunda-feira (7), em João Pessoa. A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte, diante da suspeita de que a criança possa ter ingerido uma substância tóxica.

Segundo informações da Polícia Civil, o bebê vivia com a família em uma ocupação localizada na região central da capital. Ele foi levado ao Hospital de Emergência e Trauma após apresentar sintomas como agitação e engasgo, mas não resistiu.

Uma das hipóteses consideradas inicialmente é de que a criança tenha ingerido alimento que teria sido colocado para gatos e estaria contaminado por alguma substância. A informação, entretanto, ainda não foi confirmada pelas autoridades.

O corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC), onde passou por exames que deverão auxiliar na identificação da causa da morte.

O sepultamento de Noah ocorreu nesta terça-feira (8), em João Pessoa.

A Polícia Civil deve aguardar os resultados dos exames para esclarecer as circunstâncias da morte.

De acordo com o Médico Legista Flávio Fabres, chefe do IML de João Pessoa, a causa mortis ficou estabelecida, a princípio, por broncoaspiração e sufocação consecutiva. Exames complementares foram realizados e no momento, não há elementos para afirmar intoxicação exógena ou envenenamento. 

Confira a nota

NOTA À IMPRENSA:

O caso do bebê que se investiga outras causas para a morte ainda aguarda exames complementares que estão em confecção pelo Instituto de Polícia Científica. 

Exames complementares são complexos e requerem tempo para sua conclusão.

Durante a autópsia, foi coletado sangue da criança para análise e complementação do exame cadavérico, realizado em 07/09/2026.

A causa mortis, a princípio, ficou estabelecida por broncoaspiração e sufocação consecutiva.

No momento, não há elementos para afirmar intoxicação exógena ou envenenamento. 

O caso segue em investigação pela Polícia Civil. 

Flávio Fabres 
Médico Legista
Chefe do IML/JP

Por Patos Online
Com informações do g1 PB