Policial FALSIFICAÇÃO
Operação Incisivo investiga falsificação de alvarás e licenças de consultórios odontológicos em João Pessoa
Investigação começou após denúncia da Vigilância Sanitária; segundo a Polícia Civil, dentistas teriam sido vítimas de suposto esquema atribuído a contador
24/09/2026 21h17
Por: Felipe Vilar Fonte: Patos Online
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Defraudações e Falsificações da Capital (DDF-JP), deflagrou, nesta quinta-feira (24), a Operação Incisivo para investigar a falsificação de documentos relacionados ao funcionamento de consultórios odontológicos em João Pessoa.

A investigação teve início após uma denúncia apresentada pela Vigilância Sanitária de João Pessoa, que identificou que alguns consultórios odontológicos estavam apresentando alvarás de funcionamento, licenças sanitárias e licenciamentos sanitários estaduais com indícios de falsificação.

Diante da suspeita, a Vigilância Sanitária solicitou o apoio da Delegacia Especializada para verificar a autenticidade dos documentos e apurar as circunstâncias envolvendo a emissão dos licenciamentos.

Segundo a Polícia Civil, as diligências iniciais indicaram que os cirurgiões-dentistas envolvidos seriam, na verdade, vítimas de um suposto esquema fraudulento. A investigação aponta que um contador seria responsável pela emissão das declarações e documentos falsificados.

O suspeito foi localizado e está sob custódia da equipe policial. As diligências, no entanto, continuam em andamento para verificar a extensão das fraudes, identificar possíveis outros envolvidos e esclarecer a participação de cada pessoa nos fatos.

A Polícia Civil informou que novas averiguações estão sendo realizadas no decorrer da Operação Incisivo, com o objetivo de reunir elementos que possam subsidiar a responsabilização criminal dos envolvidos.

A corporação destacou ainda que a investigação também busca preservar a segurança da população e verificar a regularidade dos estabelecimentos odontológicos que apresentaram os documentos suspeitos.

Por Patos Online
Com informações da PCPB