
Após a onda de informações falsas sobre possíveis ataques a escolas divulgados nas redes sociais, o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Octávio Paulo Neto, fez, nesta quinta-feira (13), um apelo para que os pais fiquem atentos e cumpram o seu papel de ser vigilantes com os filhos.
O pedido, feito durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM, vem após adolescentes serem identificados e responsabilizados por falsas ameaças a escolas, como ocorreu em Mogeiro e Guarabira.
“A responsabilização dos pais tem que ser encarada como senso de coletividade. Os pais têm responsabilidade com os filhos e isso não pode ficar ao largo. Tem que ser exigido para que eles cumpram seus papéis de vigilantes”, falou Octávio Paulo Neto, conforme apurou o ClickPB.
O coordenador do Gaeco também falou que a principal chave para que a sociedade consiga vencer essa onda de insegurança e ameaças é investir na formação social de pais, alunos e professores. Isso vai possibilitar uma melhora na convivência escolar e dentro de casa.
“O pensamento está muito curto e muito raso. O grande fator diferencial para vencer essa crise é perceber que nesse cenário precisamos de pessoas com maiores habilidades sociais, que consigam de fato conviver com outras e conviver com o diverso e consigam, evoluir nesse cenário. Creio que o maior instrumento para combater tudo isso é investir no treinamento dos professores, investir na orientação dos adolescentes e crianças, no apoio aos pais. Com isso a gente vai ter um mundo mais ameno”, concluiu Octávio Paulo Neto.
Força tarefa combate ameaças
Diante dos ataques aos estudantes, professores e funcionários em escolas ocorridas nos últimos dias pelo país, a secretaria da Segurança da Paraíba (Sesds), anunciou a criação de uma força-tarefa. A medida visa atuar na prevenção de ataques em escolas, garantindo segurança para as pessoas no ambiente escolar.
A força tarefa conta também com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar, além do Sistema de Inteligência Estadual e agências de Inteligência do Brasil, Ministério da Justiça e da Segurança Pública.
De acordo com o apurado pelo ClickPB, a força-tarefa vai contar com o reforço do patrulhamento em escolas e acompanhamento das redes socias. As denúncias sobre disseminação de fake news, ameaças e violência nas escolas devem ser realizadas pela população por meio dos números 190 e 197. Ambos os serviços são gratuitos e funcionam 24 horas.
Fonte: ClickPB
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