O delegado Gaudêncio Neto, detalhou durante entrevista na manhã desta segunda-feira, 03, ao jornalista Airton Alves, da Rádio Espinharas 97,9 FM as circunstâncias que envolvem a morte do policial Wellington Santos, ocorrida na tarde da sexta-feira, 31 de janeiro, na pousada Drisk´s Bar, localizada a Rua do Prado, Centro da cidade.
Galdêncio Neto informou que a polícia chegou ao local pouco depois da ocorrência e colheu informações junto a testemunhas de que Wellington foi alvejado por um único suspeito que se encontrava no local do crime, que segundo ele funciona como um ponto de prostituição.
O delegado confirmou que a polícia já dispõe das características físicas do suposto autor do crime, mas negou a informação que já circula na cidade, dando conta de que a polícia havia identificado um eventual suspeito conhecido como “Ureia”.
Galdêncio Neto explicou também que a investigação está bastante adiantada, mas a polícia ainda desconhece a motivação do crime, uma vez que não houve discussão entre a vítima e o autor dos tiros, que foram efetuados pouco tempo depois que Wellington adentrou no estabelecimento.
A polícia também não sabe se Wellington foi morto com a sua própria arma ou se o autor entrou armado no local do crime e disparou contra o policial. Ouça as explicações do delegado;
Patosonline.com. Áudio de Airton Alves-(Rádio Espinharas)
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