
Uma operação policial realizada na manhã desta terça-feira (29) no Campinense Clube, em Campina Grande, teve como foco suspeitas de desvio de recursos, falsificação de documentos e crimes contra a ordem tributária, supostamente cometidos por membros da ex-diretoria. A operação, batizada de "Gol de Placa", foi conduzida pela Delegacia de Defraudações e Falsificações da Polícia Civil da Paraíba e envolveu o cumprimento de mandados de busca e apreensão tanto na sede do clube, o Estádio Renatão, quanto em endereços em Campina Grande e João Pessoa.
O delegado Renato Leite, responsável pelas investigações, informou que foram apreendidos documentos, computadores, celulares e maquinetas de cartão de crédito durante a ação. As investigações tiveram início há aproximadamente doze meses, após denúncias feitas por torcedores do Campinense, e englobam um período iniciado em 2021. Segundo o delegado, a operação visa pessoas ligadas à gestão anterior do clube e não a instituição em si.
"As diligências ainda estão em andamento e focam na gestão anterior. Não se investiga a instituição Campinense, mas sim pessoas que conduziam a administração de forma inadequada e, na verdade, estariam praticando crimes," esclareceu Renato Leite em uma entrevista coletiva realizada no final da manhã.
Até o momento, o Campinense Clube não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Por Patos Online
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