
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) confirmou, nesta quinta-feira (29), por meio de nota, que sofreu um novo corte orçamentário, já efetivado no final de janeiro de 2026, no valor de R$ 14,3 milhões, com impactos diretos no funcionamento da instituição ao longo do ano.
De acordo com a UFPB, a redução atinge recursos essenciais de custeio, comprometendo despesas básicas indispensáveis às atividades acadêmicas. Entre os setores afetados estão a manutenção de prédios, salas de aula e laboratórios, o funcionamento de bibliotecas e sistemas, além de ações de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão, incluindo bolsas e auxílios.
A universidade destaca que, embora o bloqueio orçamentário tenha ocorrido em um contexto nacional, a UFPB foi a única universidade federal do país a ter o orçamento efetivamente reduzido, com cancelamento concreto de recursos já previstos para o exercício de 2026. Segundo a instituição, o impacto não foi apenas contábil ou preventivo, mas resultou em perda real de orçamento.
A situação é considerada ainda mais grave pelo fato de a UFPB atender o maior número absoluto de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica do Brasil. Com a redução de recursos, a assistência estudantil — política fundamental para a permanência dos alunos — fica diretamente comprometida, ampliando os riscos de evasão e prejudicando o desempenho acadêmico, especialmente entre os estudantes que mais dependem da universidade pública.
O novo corte ocorre após sucessivas reduções orçamentárias nos últimos anos, dificultando o planejamento institucional e impondo restrições severas à execução de ações essenciais ao longo de 2026.
A Reitoria informou que já adotou todas as providências institucionais cabíveis, solicitando esclarecimentos formais aos órgãos competentes e reivindicando a recomposição integral dos R$ 14,3 milhões retirados do orçamento. A administração superior entende que a UFPB não pode arcar sozinha com os impactos de sucessivos cortes.
Confira a nota na íntegra:
A UFPB informa à sua comunidade acadêmica e à sociedade paraibana que sofreu novo corte orçamentário, já efetivado no final de janeiro de 2026, no valor de R$ 14,3 milhões, impactando diretamente o funcionamento da instituição ao longo do ano.
Esse corte reduziu recursos essenciais destinados à manutenção, custeio de bolsas e auxílios, afetando despesas básicas indispensáveis ao funcionamento das atividades acadêmicas nos campi. Na prática, isso significa menos recursos para ações fundamentais, como manutenção de prédios, salas de aula e laboratórios, funcionamento de bibliotecas, sistemas, atividades acadêmicas e ações de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão.
É importante destacar que, embora o bloqueio orçamentário tenha ocorrido em um contexto nacional, a UFPB foi a única universidade federal do país a ter o orçamento efetivamente reduzido, com cancelamento concreto de recursos já previstos para o exercício de 2026. Ou seja, no caso da UFPB, o impacto não foi apenas contábil ou preventivo, mas resultou em perda real de orçamento.
A situação é ainda mais preocupante porque a UFPB atende o maior número absoluto de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica do país. A redução de recursos compromete diretamente a assistência estudantil, política fundamental para a permanência dos estudantes, ampliando os riscos de evasão e prejudicando o desempenho acadêmico, especialmente daqueles que mais dependem da Universidade pública.
Este novo corte ocorre após sucessivas reduções orçamentárias enfrentadas nos últimos anos e dificulta o planejamento institucional, impondo restrições severas à execução de ações essenciais ao longo de 2026.
A Reitoria da UFPB já adotou todas as providências institucionais cabíveis, solicitando esclarecimentos formais aos órgãos competentes e reivindicando a recomposição integral dos R$ 14,3 milhões retirados do orçamento da Universidade, por compreender que a UFPB não pode arcar sozinha com os impactos de sucessivos cortes.
A UFPB reafirma seu compromisso com a educação pública, gratuita e de qualidade, com a inclusão social e com o desenvolvimento da Paraíba e do Brasil. Ao mesmo tempo, alerta que a continuidade de cortes orçamentários compromete o funcionamento da Universidade, fragiliza políticas públicas essenciais e ameaça o direito à educação de milhares de estudantes.
A comunidade acadêmica será mantida informada sobre os desdobramentos dessa situação.
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