O prefeito de Catingueira, Edivan Félix, que teve seu pedido de Hábeas Corpus negado pela Justiça na última quarta-feira, 25, permanece em sala especial na parte superior do Presídio Regional de Patos Romero Nóbrega, juntamente com outros detentos.
Ele é defendido por um dos escritórios mais conhecidos do Nordeste, Bóris Trindade, situado em Recife-PE, que já defendeu figuras como Badan Palhares, no caso Brito Junior.
Segundo a direção do Presídio, Edvan segue a rotina dos demais, inclusive se alimenta com a refeição oferecida pelo sistema prisional.
Edivan foi preso pela Polícia Federal em seu gabinete na Prefeitura Municipal, juntamente com dois auxiliares de seu governo, o secretário de administração José Amilton Remígio e o funcionário da referida pasta, Teóclito Gomes, na última sexta, dia 20.
A PF cumpriu três mandados de prisão e um de busca, expedidos pela 5ª Região da Justiça Federal. No decorrer do processo, que tramita em segredo de justiça, outros envolvidos podem ser detidos, segundo o delegado da PF em Patos, Francisco Martins.
As acusações que pesam sobre Edivan, Amilton e Teóclito são de falsidade ideológica e crime contra o sistema financeiro nacional, ocorridos nos anos de 2006 e 2007.
As investigações tiveram início ano passado pela Divisão de Repressão a Crimes Financeiros, da PF do Distrito Federal, tendo como base falsificação de contracheques de aproximadamente 50 funcionários do Município pelo trio para se conseguir empréstimos junto aos bancos Matoni (BA) e Morada (RJ), ocasionando um rombo que se aproxima a R$ 1 milhão.
As instituições financeiras não receberam os valores das parcelas previstas. Outros municípios sertanejos também contraíram empréstimos nos referidos bancos.
O crime
Os acusados usavam documentos dos funcionários, falsificam contracheques colocando valores que variavam de R$ 3 mil até R$ 15 mil, como é o caso do próprio prefeito, funcionário público do TRT-RN licenciado e advogado. Para conseguir empréstimo falsificou a folha de vencimentos pondo um salário de R$ 15 mil para receber a quantia de R$ 60 mil.
Na época a denúncia foi levada à Câmara Municipal, mas os vereadores da situação arquivaram as denúncias para proteger o prefeito, o que causou revolta da oposição e de boa parte da população, numa sessão em que houve quebra-quebra, sendo preciso a interferência da PM.
Após conseguir realizar a transação, os valores eram sacados nas agências do Banco do Brasil e Bradesco da cidade de Patos. Já os valores dos empréstimos variaram de R$ 15 mil a R$ 19 mil e até de R$ 60 mil (Edivan Félix). Os três acusados permanecem no Presídio Regional de Patos aguardando o desenrolar do inquérito.
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