O assassinato da enfermeira Aucilene de Almeida Lucena, de 35 anos, ocorrido na manhã do último sábado (18), no bairro de Bodocongó, em Campina Grande (PB), pode ter sido encomendada e não um latrocínio (roubo seguido de morte), como foi inicialmente divulgado pela PM.
A informação é de uma colega de trabalho de Aucilene e que também atua no hospital da FAP. Segundo a mulher, que pediu reserva do seu nome temendo retaliações, Aucilene foi ameaçada de morte, dentro do setor de hemodiálise do Hospital da FAP, por um paciente que é albergado.
A primeira linha de investigação era de que ela teria reagido a um assalto e sido assassinada com tiros na cabeça e no abdome em uma tentativa de assalto. No entanto, os bandidos não levaram a motocicleta de Aucilene após o crime.
“A morte dela não se tratou de assalto, era para ela mesma”, disse a mulher em uma mensagem no whatsapp.
A versão da morte por encomenda ainda não foi confirmada pela polícia.
Fonte/MaisPB
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