O vereador José Mota Victor, ex-líder do governo municipal na Câmara e que faz parte da bancada do PMDB, mesmo partido defendido pelo atual prefeito de Patos Nabor Wanderley e a deputada Francisca Mota, criticou discretamente as administrações municipal e estadual em sua passagem pela Tribuna da casa.
Em contato com a imprensa, Mota lamentou o fato de que por diversas vezes solicitou da atual administração municipal o concerto de um buraco nas proximidades de sua residência e que até agora, segundo ele, continua a céu aberto.
Ele disse que conclamará aos moradores da localidade a acender uma vela para celebrar a passagem de aniversário do buraco que por sua vez completa pouco mais de dois anos aberto, caso a Prefeitura não tome as devidas providências.
O vereador se mostrou bastante preocupado com a onda de violência que assola o estado e principalmente a cidade de Patos.
Ele incitou a própria imprensa a observar alguns Sites que atualmente vem publicando matérias relacionadas à violência, inclusive com exposições de corpos, que muitas vezes nem chegam a causar espanto para os curiosos.
“Eu falei hoje na Tribuna desta casa, que nós perdemos a capacidade de nos indignar. Eu vi fotos de uma pessoa morta em plena Avenida do São Sebastião, (referiu-se o assassinato do moto taxista) e as pessoas passavam e parece que ignoravam...”, desabafou.
Fez uma explanação com relação ao suposto “atraso” de pagamento de servidores da Zona Azul e sugeriu ao superintendente da STtrans Alexandre Nóbrega, que fizesse uma antecipação salarial entre os dias, 12, 13 e 14 e assim evitasse o atraso até a data base, 15 de cada mês.
O vereador endureceu as críticas a organização do São João de Patos que foi realizado esse ano pela Prefeitura e disse que provavelmente, ano que vem, comemorará a festa junina com a família em outra localidade.
Argumentou o preço “exorbitante” dos camarotes e disse que com o valor cobrado R$ 4.600,00 (quatro mil e seiscentos reais), dava para um “pacote” com passagem paga ida e volta para Europa e ainda cerca de 10 (dez) dias num bom hotel com café da manhã. Criticou a organização dizendo que a festa se tornou agora, “uma festa empresarial”.
Ele lamentou o fato de ter tido seu camarote invadido por ladrões e disse que para se chegar ao local era preciso ter que “atravessar um açude”, fazendo menção a poças de urina que se concentraram diante da entrada. ”Era uma fedentina incrível naquele local. Como é que você paga quatro mil e seiscentos reais por um camarote e você é assaltado?”, finalizou.
Mota ainda lamentou a falta de cultura na organização da festa e disse da insatisfação de não mais poder contar com a apresentação de quadrilhas aos finais de tarde, o pau de sebo, as casas de Taipa que mostravam a cultura popular, dentre outros.
Texto e foto - Mário Frade - Portalpatos
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