O deputado federal Hugo Motta (PMDB/PB) mostra a que veio e é considerado pela Revista VEJA e pelo Núcleo de Estudos sobre o Congresso (Necon), do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-Uerj), um dos melhores deputados federais do Brasil.
Em seu primeiro mandato, Hugo Motta demonstra estar preparado para propor soluções para os problemas do país. Com 22 anos, o jovem peemedebista desbanca outros nomes de peso da política paraibana.
De acordo com a pesquisa da VEJA e da Necom, Motta ocupa a 35ª posição, juntamente com o também paraibano Efraim Filho (DEM) e com Bruno Araújo do PSDB de Pernambuco. Dentre a lista de Paraibanos ocupando os primeiros lugares da pesquisa, Hugo Motta é o único que está em seu primeiro mandato.
"É com muita satisfação que recebemos essa notícia, mas continuaremos sempre sem vaidade e com muita humildade desenvolvendo nosso papel, que é lutar por melhorias para a Paraíba e para o Brasil", afirma Hugo Motta.
Entenda como foi elaborada a pesquisa O primeiro passo foi selecionar as 54 proposições mais relevantes entre todas as centenas de medidas provisórias, projetos de leis ordinárias e complementares e propostas de emendas à Constituição que tramitaram no Congresso em 2011. Para ser considerada relevante para o estudo, a proposição, além do seu conteúdo, precisou ter sido votada ou sido objeto de pedido de urgência aprovado até setembro de 2011. Cada uma das 54 proposições foi, então, classificada como "favorável" ou "desfavorável", de acordo com seu impacto positivo ou negativo sobre os oito grandes eixos definidos previamente.
O segundo passo foi selecionar as ações parlamentares que seriam aferidas. O Necon fixou-se em a) pareceres em relatoria; b) apresentação de emendas; c) posicionamento em votação nominal e d) pronunciamentos em plenário e comissões. Essas ações foram medidas em termos da frequência de sua ocorrência e de acordo com seu impacto favorável ou desfavorável aos oito grandes eixos modernizadores.
O Necon atribuiu diferentes pesos para essas atividades. Os pareceres tem peso 4, pois são a base da tomada de decisão; as emendas, peso 3, porque por meio delas o parlamentar pode influenciar partes específicas do projeto. O voto em plenário tem peso 2, pois naquela fase o deputado ou senador, por fidelidade partidária, já não tem força individual para influenciar a matéria. Finalmente, os pronunciamentos têm peso 1, pela ineficiência da retórica nos atuais processos legislativos no Brasil.
A posição que um parlamentar ocupa no ranking expressa, dessa forma, seu grau de ativismo legislativo a favor ou contra os oito temas centrais estabelecidos por VEJA. A escala vai de 0 a 10. Quanto maior a nota, melhor a posição do parlamentar no ranking.
Fonte afonteenoticia
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