O presidente da CPI da Petrobras, Hugo Motta (PMDB-PB) reagiu nesta sexta-feira (15) ao pedido da equipe jurídica da Petrobras para que a Procuradoria-Geral da República investigue o vazamento de atas e gravações da estatal enviadas à comissão no dia 4.
Motta disse à reportagem que a CPI não tem "receio nenhum" da investigação, mas que o pedido soa como uma "intimidação" da Petrobras aos trabalhos dos deputados.
"Esse tipo de intimidação não vamos aceitar. Nós temos compromisso com a investigação. Esse tipo de gesto visa manter em sigilo o que, do meu ponto de vista, é desnecessário."
O pedido da Petrobras ao MP foi revelado pela Folha de S.Paulo nesta sexta. A justificativa é que a divulgação desses documentos expõe decisões estratégicas da companhia, principalmente relativas a formação de preços e regras de licitações.
Janot sinalizou que considera a investigação importante e que deve acatar o pedido da estatal.
Para Motta, o pedido da Petrobras ao MP passa a impressão de que a estatal quer manter sob sigilo decisões equivocadas da empresa.
"Soa como desejo de manter em segredo decisões que depois, como vimos, tiveram áudios destruídos. Foi obrigada uma operação policial para descobrir desmandos na Petrobras."
A Petrobras está em crise desde que a Operação Lava Jato descobriu um esquema de corrupção envolvendo funcionários da empresa, autoridades, servidores públicos e empreiteiras.
O deputado afirmou que já havia mandado instalar, a pedido da Petrobras, um computador com câmeras para evitar que os vazamentos voltem a ocorrer. "Vamos garantir o sigilo do que for sigiloso, mas recorrer ao MP soa como intimidação".
Fonte/Folhapress
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