
Apesar de nos dois primeiros finais de semana de março ( 5 a 7/03) e (12 a 14/03) em relação ao último final de semana (19 a 21/03) o relatório de gestão do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) apontar redução de 17% e 25%, respectivamente, no número de atendimentos no setor de Urgência e Emergência o mesmo não ocorre no setor de isolamento Covid. Neste último, os índices de internação e ocupação de leitos se mantém crescentes, frequentemente, mantendo o limiar de leitos disponíveis no setor Covid. Quando não atingindo 100% de ocupação, tanto nos leitos de UTI, quanto de Enfermarias Clínicas.
O censo de meio dia, desta segunda-feira (22), aponta que dos 32 leitos de UTIs Covid do Complexo, 31 estão ocupados com pacientes que precisam de cuidados intensivos e dos 32 leitos de Enfermarias, 26 estão ocupados. No Noaldo Leite, onde foram instalados cinco leitos de UTI e 12 de Enfermaria para atendimento de pacientes Covid, num suporte emergencial ao Complexo, a situação não é diferente. O censo mais atual mostra que dos cinco leitos de UTI, dois estão ocupados e dos 12, metade deles já estão com pacientes.
“O aumento das taxas de ocupação oscilam muito, tanto que temos três censos diários para monitorar essa situação, mas, constatamos que nos últimos dias nossa taxa de ocupação tem crescido e se mantido em alta, tanto para leitos de UTI, quanto de Enfermarias”, afirma a diretora técnica do Complexo, a médica Jaqueline Andrade. Segundo ela, o reflexo das medidas restritivas de circulação de pessoas impostas pelos decretos dos governos estadual e municipal só serão sentidos nos próximos dias. “Por enquanto, ainda estamos contabilizando casos de pessoas contaminadas nos últimos 15 dias, justamente, a época em que foram lançados os decretos restringindo a circulação de pessoas com o intuito de reduzir o contágio da doença”, explica a médica.
Dra. Jaqueline faz um apelo à população para que siga as orientações do decreto de isolamento social. “O poder público está fazendo sua parte ao dotar a rede hospitalar de condições para receber os pacientes de Covid, inclusive, ampliando o número de leitos e fazendo contratações emergenciais de profissionais da saúde para dar aporte a esses novos leitos, mas a população também precisa colaborar para reduzir a curva de contágio e isso se faz basicamente evitando aglomerações, usando máscaras e mantendo as medidas d higienização das mãos”, reitera Dra. Jaqueline.
Ela lembra que mesmo com a abertura de mais leitos, se muitas pessoas ao mesmo tempo desenvolverem os sintomas graves da doença e precisarem de internação não haverá vagas para todo mundo. “Abrimos recentemente mais 11 leitos de UTI e mais 24 enfermarias Covid graças à parceria com o Noaldo, mas, mesmo assim, já atingimos a capacidade máxima de internação em alguns momentos”, finaliza ela, reforçando o apelo de que as pessoas também precisam colaborar para que a rede hospitalar não entre em colapso.
Assessoria
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