O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, voltou a ratificar a eficácia das vacina aplicadas no Brasil (Coronavac e a Oxford/AstraZeneca) e revelou que a possibilidade de reações adversas não deve fazer com que a população evite ser imunizada.
Medeiros explicou sobre a necessidade de manter a população informada de que os imunizantes tem qualidade, tem segurança, tem eficácia e pode apresentar reação adversa como qualquer outro medicamento ou vacina. “Existem eventos adversos que ainda não estão totalmente definidos se estão relacionados à vacina ou não. Foram 30 casos de fenômenos tromboembólicos de fenômenos que ocorreram na Europa. A Agência Europeia de Medicamentos detectou esses casos em 18,1 milhões de vacinados”, explicou.
Para o secretário, é necessário que todos que podem ser vacinados recebam a vacina, que procure o local de vacinação para ser imunizado e que, caso venha a apresentar alguma reação adversa, faça a notificação. “A população deve sim se vacinar com a vacina da AstraZeneka, pois ela é o imunizante que possui poder protetor maior do que a CoronaVac. Então, a minha mensagem ao paraibano que está na iminência de se vacinar e que se pode se vacinar, se vacine tanto com a CoronaVac, como com a vacina da Oxford/AstraZeneka”, reforçou.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a pessoa que for vacina e que, por ventura, apresentar alguma reação deve retornar ao local onde foi vacinado e fazer a comunicação dos sintomas.
PB Agora
Portugal suspende o uso da vacina da AstraZeneca em pessoas com menos de 60 anos
Portugal suspendeu temporariamente, nesta quinta-feira (08), o uso da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 para menores de 60 anos em meio a preocupações com possíveis ligações entre a injeção e casos muito raros de coágulos sanguíneos.
"Quero destacar que o objetivo da campanha de vacinação em Portugal é salvar vidas e prevenir doenças graves", disse Graça Freitas, chefe da autoridade sanitária, em entrevista coletiva. "Isto pode ser conseguido com qualquer vacina aprovada em Portugal".
O coordenador da força-tarefa de vacinação, Henrique Melo, disse que a decisão de administrar vacinas AstraZeneca apenas para menores de 60 anos teria apenas um "pequeno" impacto sobre a implementação da vacinação.
CNN Brasil
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