
Preso desde o dia 13 de junho de 2.020, acusado de estupro em Patos, o mototaxista conhecido por Novinho tem buscado força diante da ausência dos dois filhos pequenos e da esposa residentes em Patos. Ele está preso em Malta e todos os dias reafirma inocência diante da acusação pela qual está pagando a pena.
O próprio mototaxista, durante audiência de custódia, pediu ao poder judiciário que determinasse a realização da coleta de esperma na vítima para exame de DNA para que provasse sua inocência ou culpa no caso. Depois de alguns meses, saiu o resultado do exame, porém, não provou a culpa do mototaxista.
Novinho disse que está sendo acusado de um ato que não praticou e pede reparação para que tente voltar a sua vida normal ao lado de sua mãe, irmãos e da própria esposa e filhos pequenos.
O mototaxista está sendo acusado de estupro ocorrido no dia 13 de março de 2.020, quando uma estudante pegou um mototaxista nas imediações das Faculdades Integradas de Patos, a UNIFIP. A vítima relatou que o mototaxista mudou a rota e a levou para um terreno baldio nas proximidades da Churrascaria Fogo e Brasa, no Bairro Liberdade, onde o estupro aconteceu.
Passados 3 meses após o estupro, o mototaxista, que alega ser inocente, estava na casa de sua mãe quando policiais chegaram e mostraram o mandado de prisão. Desde então, a vida do trabalhador teve uma grande reviravolta e a mãe dele procurou a reportagem para que os novos fatos fossem levados ao conhecimento da sociedade.
Preso em Malta, região metropolitana de Patos, o trabalhador desde o dia da prisão e da audiência na justiça se diz vítima de um grande erro. Como o laudo do exame de DNA de inconclusão, ou seja, não prova que foi o acusado que praticou o estupro, a advogada Dra. Vanessa juntou provas e relatou inconsistência na acusação, inclusive a que a vítima ouviu a voz do mototaxista em um vídeo e disse que a voz pode ser do estuprador.
A advogada Dra. Vanessa, que acompanha o caso e está na defesa por pedido da família do acusado, disse que existem muitos fatos que não provam o crime do mototaxista. Testemunhas também relataram que o mototaxista estava em outro local quando tudo aconteceu e estava com a moto do seu irmão, pois a dele estava com problemas.
Na entrevista concedida pela advogada Dr. Vanessa, vários detalhes são revelados. A advogada recorreu da decisão da prisão do mototaxista e a ação está no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ/PB). A família acredita que o TJ/PB vai revogar a prisão e o trabalhador em breve voltará para sua família e ao trabalho.
OUÇA entrevista com Dr. Vanessa:
Jozivan Antero - Patosonline.com
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