
Em comunicado nas redes sociais, o São Paulo diz que, após servir a seleção brasileira, Daniel Alves se recusou a se reapresentar até que o Tricolor pague a dívida com ele. Com o posicionamento do jogador, a diretoria decidiu que ele não faz mais parte do elenco.
Contratado em 2019 com um salário de R$1,5 milhão por mês, a dívida com o atleta supera hoje a exorbitante quantia de R$ 13 milhões. Em vídeo divulgado pelo clube, o diretor de futebol Carlos Belmonte ainda diz que fez uma proposta buscando um acerto com o jogador, mas não foi possível. CONFIRA A NOTA ABAIXO:
“Daniel Alves e Miranda estavam servindo a seleção brasileira e deveriam se apresentar hoje para começarem os treinamentos normais visando os próximos jogos. Miranda compareceu, treinou normalmente. Daniel Alves não compareceu. Fomos comunicados pelos representares que o Daniel Alves não retornará ao São Paulo até o ajuste da dívida financeira que o São Paulo tem com o atleta. Dívida essa que o São Paulo reconhece e na última semana fez uma proposta buscando o acerto, que não foi aceita pelos representantes. A negociação seguirá com o departamento jurídico e financeiro”, afirmou o diretor de futebol.
A decisão foi comunicada ao técnico Hernán Crespo, que sabe agora que não terá mais à disposição um dos principais nomes do elenco tricolor. “Vale sempre lembrar que o São Paulo é mais importante do que todos nós, nós trabalhamos a favor da instituição. Ninguém é maior do que o São Paulo Futebol Clube”, concluiu Belmonte.
No mês passado, pouco após ser campeão olímpico em Tóquio, Daniel Alves fez críticas ao clube por conta dos pagamentos atrasados. O agente do lateral, Fransérgio Bastos, informou à época que as partes se reuniram em abril e que o São Paulo prometeu quitar à divida entre junho e julho, o que não aconteceu. A diretoria afirmou que nunca fez promessas ao experiente jogador de 38 anos.
Contratado como estrela em 2019 e com direito à festa no dia da apresentação, Daniel Alves era o “rosto” de um projeto do clube paulista, que almejava pagar parte dos vencimentos do atleta explorando sua imagem em acordos com parceiros comerciais. Dois anos depois, a ideia são-paulina não se tornou realidade.
Pelo São Paulo, o jogador que teve grande carreira na Europa, passando por Sevilha, Barcelona, Paris Saint-Germain e Juventus, disputou 95 partidas. Marcou nove gols e deu 14 assistências. O maior vencedor de títulos da história do futebol, com 42, se despede do Morumbi com apenas uma taça: a do Campeonato Paulista desse ano.
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