A Justiça determinou a soltura dos policial civil José Alonso Santana e o militar Gilvan Moraes de Oliveira, que foram presos após determinação da Justiça da Paraíba, denunciados pelo envolvimento em uma operação policial que resultou na morte do empresário Gefferson Moura, em março deste ano. A informação foi confirmada pela defesa do delegado Osvaldo Resende Neto, que teve a liberdade concedida na última terça.
Segundo o advogado Guilherme Maluf, quando o pedido de liberdade do delegado foi concedido, foi solicitado ao Superior Tribunal de Justiça o mesmo para os policiais. No entanto, o STJ não apreciou o pedido, o que motivou a oposição a um embargo de declaração. "Ao mesmo tempo enviamos ao juiz um pedido de extensão do benefício, considerando que as situações são idênticas e, no dia de hoje, o juiz da Comarca de Santa Luzia (PB) entendendo que as situações são idênticas estendeu, então, o pedido de liberdade, expediu o alvará e concedeu a liberdade aos dois policiais. Então ambos serão colocados em liberdade na data de hoje", explicou.
Em abril, a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e tornou réus o delegado Osvaldo Resende Neto, o policial civil José Alonso Santana e o militar Gilvan Moraes de Oliveira, que estava cedido à Polícia Civil.
No dia 16 de março, os policiais estavam em território paraibano investigando um grupo que atua no roubo de cargas em Sergipe e que estava escondido na Paraíba. Eles alegam ter se deparado com um veículo em atitude suspeita e com o condutor armado com uma pistola. Teria havido reação e os policiais atingiram o motorista que ainda teria sido socorrido, mas morrido em seguida.
A família nega a versão apresentada pelos policias e diz que o empresário estava indo buscar o pai que estava doente de Covi-19 para levá-lo ao médico.
Em abril, a Justiça recebeu a denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) e tornou réus o delegado Osvaldo Resende Neto, o policial civil José Alonso Santana e o militar Gilvan Moraes de Oliveira, que estava cedido à Polícia Civil.
Os três policiais civis de Sergipe que se apresentaram à Corregedoria da Polícia Civil, no dia 24 de agosto, após terem a prisão preventiva decretada pela Justiça da Paraíba, quando foram oficialmente presos.
Por g1 SE
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