
Circula nas redes sociais desde ontem (16), um vídeo de torcedores do Campinense arrombando os portões do estádio Amigão durante o Clássico dos Maiorais diante do Treze, vencido pela Raposa por 1 a 0, e que gerou muito tumulto e violência no local.
Questionado sobre o tema, o sempre polêmico Valberto Lira, procurador do Ministério Público e presidente da Comissão de Prevenção e Combate a Violência nos Estádios da Paraíba, deixou claro, primeiramente, que outros assuntos já o têm incomodado na realização do Campeonato Paraibano. A entrevista foi concedida ao programa Paraíba Agora, de Adelton Alves e Edmilson Pereira, na Rádio POP FM de João Pessoa.
– A Polícia Militar faz o planejamento, mas há irresponsabilidade dos dirigentes do nosso futebol, da Federação e de clubes, que não querem assumir a responsabilidade. Temos cinco inquéritos instaurados contra a Federação, e não apresentaram o plano de Ação de Segurança para o campeonato. Pega um formulário que vem da CBF, nem o timbre tira, e manda como se fosse alguma coisa. Há a irresponsabilidade do Campinense Clube, meu clube de coração, de não obedecer o protocolo sanitário, está generalizada a sonegação do estádio porque não querem passar pela catraca eletrônica, e não querem isso pois sonegam o INSS, porque tem obrigação de recolher – disparou, referindo-se ao jogo do último domingo (13), com mando da Raposa.
Sobre as interferências nas arquibancadas no Clássico dos Maiorais de quarta (16), o magistrado disse que já encaminhou os vídeos para que sejam feitas as investigações e que, por conta dos fatos ocorridos nas últimas semanas, vai recomendar que não haja mais público nas rodadas do estadual de 2022.
– Tenho o vídeo e já passei para a Coordenação de Inteligência da Polícia Militar, de um cara que filma e incentiva a invasão. Esse já está identificado. Isso vai ser apurado, foi colocado ingresso à disposição da torcida do Campinense, todos dirigentes sabem disso. Amanhã terei uma reunião com a Polícia Militar e minha proposta vai ser de ter jogos sem torcidas enquanto o pessoal não se ajeite – afirmou.

Outra situação que motiva a decisão enérgica de Valberto Lira é a confusão ocorrida no estádio Presidente Vargas, quando a torcida trezeana invadiu a área reservada para os adeptos do Nacional de Patos, situação que fez com que um policial a paisana, que estava no setor destinado ao Naça, sacasse uma arma e efetuasse disparos para dissipar a confusão.
Equipe @Vozdatorcida
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