A família da dona Damiana, 73 anos, cardiopata e hipertensa, relatou a nossa reportagem nesta sexta (03), que procurou atendimento na UPA Dr. Otávio Pires de Lacerda para a idosa que se encontrava com pressão alta. Depois de receber atendimento, a família solicitou uma ambulância pra deixá-la em casa e recebeu a informação que não seria possível.
Em um vídeo divulgado pela família, Maria Aparecida, filha de dona Damiana, mostra três ambulâncias paradas no estacionamento daquela unidade e logo após, ao tentar levá-la na cadeira de rodas para casa, uma ambulância foi acionada para fazer o translado da paciente.
A reportagem entrou em contato com a direção da UPA, que informou ter dado toda assistência a dona Damiana e explicou a demora da ambulância.
“Não houve a negativa do transporte e sim uma logística que o serviço tem que já estava programado duas viagens para João Pessoa, uma para o Laureano e outra para o Metropolitano. O assistente social conversou com a paciente, pediu que a mesma aguardasse um pouco a chegada do motorista para assim realizar o transporte social”, afirmou Tássia Rangel diretora da UPA.
Francisco Neres, diretor administrativo daquela unidade, informou que a ambulância estava chegando e que a filha da paciente se agitou e não quis esperar, levando a mãe na cadeira de rodas.
“A gente estava com um carro voltando, já passando em São Mamede, quando o assistente social conversou com a paciente e explicou que no máximo 20 minutos dava pra levar. Só que a acompanhante se agitou e quis levar a paciente na cadeira de rodas, não demorou muito e a ambulância chegou e levou eles em casa” explicou Francisco.
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