
A Polícia Civil da Paraíba realizou nesta sexta-feira, 22, uma entrevista coletiva para apresentar à imprensa os últimos passos da investigação que apura o desaparecimento da menina Ana Sophia, de 8 anos de idade, no dia 4 de julho no distrito de Roma, localizado na cidade de Bananeiras, brejo paraibano.
A novidade do caso é que Tiago Fontes Silva Rocha, marido da professora de Ana Shopia deixou a condição de investigado e passou a ser o principal suspeito do desaparecimento da menina. A prisão dele foi decretada e agora Tiago é considerado foragido.
Segundo o delegado Pablo Everton, do núcleo de homicídios da delegacia seccional de Solânea, próximo a Bananeiras, as investigações apontam para o assassinato da criança e ocultação do corpo. “Baseado em provas científicas e testemunhais, ao que tudo indica, a criança está morta. Temos hoje como afirmar cientificamente que a menina entrou na casa do suspeito e de lá não saiu. Não sabemos ainda de que forma ele ocultou o corpo, mas o indicativo é de que Ana Sophia esteja morta”, afirmou.
Para o delegado Aldrovili Grisi, que também trabalhou nas investigações, há indícios de materialidade do crime e existem fortes vestígios contra Tiago Fontes. “Ao entrarmos na casa dele encontramos vasto material em livros sobre como assassinar uma criança e como ocultar o corpo, além de outros livros sobre ‘serial Killer’ e títulos que apontam para alguém que pesquisava sobre as formas de cometer um crime dessa natureza”, disse.
Tiago Fontes chegou a ser ouvido pela Polícia e negou a autoria do crime, além de tentar atribuir à criança a condição de ser uma menina má, que praticava pequenos furtos na cidade, o que foi totalmente descartado por outras pessoas ouvidas no inquérito.
Ao ser convocado novamente para um segundo depoimento, Tiago não compareceu e saiu da cidade. A última vez que foi visto foi justamente no dia em que prestaria depoimento, mas entrou uma região de mata e está desaparecido.
O celular do suspeito foi encontrado escondido na casa do sogro dele, em frente à casa da família na Ana Sophia, em modo avião. A perícia constatou que o aparelho foi formatado duas vezes com a intenção de ocultar as informações.
De posse de todos os indícios e confirmados cientificamente após perícia do Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba, foi pedida a prisão de Tiago Fontes, sendo decretada sua prisão pela Justiça. Agora, ele deixa de ser apenas um investigado e passa a ser o suspeito de ter cometido o crime.
População pode ajudar
A Polícia Civil pede à população que se tiver qualquer informação sobre o paradeiro de Tiago Fontes, entrar em contato com disque-denúncia da Polícia Civil pelo número 197 ou informar ao Ciop (Centro Integrado de Operações Policiais) pelo 190. A ligação é gratuita o será mantido sigilo absoluto.







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