
O advogado José César Cavalcanti Neto, flagrado por câmeras de segurança de um condomínio agredindo uma mulher dentro do elevador, no bairro do Bessa, em João Pessoa, afirmou à TV Cabo Branco que "há um exagero na interpretação" das imagens. O crime aconteceu na última quinta-feira (28) e o próprio condomínio denunciou a agressão e apresentou as imagens na Delegacia da Mulher, na terça-feira (3). Caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
Ao ser questionado pela agressão, o advogado disse que o fato ocorreu na semana anterior e que em depoimento, que ele deve prestar nesta sexta-feira (6), vai explicar tudo o que aconteceu.
Segundo José César Cavalcanti Neto, há um "exagero" de interpretação das imagens. "Eu estava pegando uma carteira dentro da bolsa", afirmou.
Nas imagens registradas pela câmera de segurança do elevador, o advogado e a vítima discutem, enquanto ele tenta impedir que ela entre no elevador.
Quando a mulher consegue entrar, ele a puxa pelos cabelos algumas vezes, tentando a arrastar para fora de volta ao apartamento.
Logo depois, é possível ver quando as portas do elevador de abrem novamente e a mulher entra sozinha, aparentando ter pressa ao apertar o botão algumas vezes para as portas fecharem.
O presidente da OAB seccional Paraíba (OAB-PB), Harrison Targino, divulgou que foi acionado pela Rede Sororidade da OAB-PB sobre os fatos, e determinou imediatamente a abertura de procedimento no Tribunal de Ética e Disciplina.
Ainda de acordo com a nota da OAB, o advogado já estava com o registro suspenso “em face de condutas consideradas incompatíveis com o desempenho ético na profissão, e que o novo processo pode acarretar na exclusão de José César dos quadros da advocacia. A nota não diz desde quando a OAB dele está suspensa nem quais foram as condutas que levaram à suspensão.
O síndico do condomínio foi ouvido na quarta-feira (4) e em depoimento informou que o casal não está mais no local, pois não eram moradores. Segundo ele, o homem e a mulher são de Brasília e estavam alugando o apartamento por alguns dias.
Uma outra moradora do prédio, que também aparece nas imagens entregues à polícia como testemunha, foi a responsável por provocar o condomínio a realizar a denúncia.
A delegada Cláudia Germana informou que a mulher está viajando e vai prestar esclarecimento quando voltar.
De acordo com a Polícia Civil, as informações da investigação correm em sigilo.
Denúncias de estupros, tentativas de feminicídios, feminicídios e outros tipos de violência contra a mulher podem ser feitas por meio de três telefones:
Além disso, na Paraíba o aplicativo SOS Mulher PB está disponível para celulares com sistemas operacionais Android e iOS e tem diversos recursos, como a denúncia via telefone pelo 180, por formulário e e-mail.
As informações são enviadas diretamente para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, que fica encarregado de providenciar as investigações.
Fonte: g1 PB
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