Uma decisão da ministra Maria Thereza de Assis Moura, que é a presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou, nesta segunda-feira (27), a manutenção da prisão preventiva do pastor Péricles Cardoso, investigado por aplicar golpes, que totalizam R$ 3 milhões, contra fiéis de uma igreja em Mangabeira, na Zona Sul de João Pessoa. Confira a decisão da ministra no fim da matéria.
Na justificativa da negativa do habeas corpus, a ministra citou os valores que teriam sido desviados pelo pastor e afirmou que a manutenção da prisão é para "garantia da ordem pública".
“Verifica-se que o decreto de prisão preventiva destacou o fato de que o paradeiro do paciente era ignorado e consignou que os prejuízos atribuídos ao ora paciente eram “da ordem de dois milhões de reais”, o que pode indicar a necessidade da custódia para garantia da ordem pública e da aplicação da lei penal”, decidiu Thereza.
Fonte: ClickPB



Importunação sexual Homem é conduzido à delegacia suspeito de importunação sexual no município de Malta
Planejamento Polícia Militar participa de reunião de planejamento da 1ª edição do Sol Folia, em Patos
Susto Caminhão desgovernado provoca série de colisões e destrói moto em João Pessoa
Curso de Formação Polícia Civil da Paraíba divulga 3ª convocação para matrícula da 4ª turma do Curso de Formação
Prisão Homem é preso em flagrante por descumprir medida protetiva e perseguir ex-companheira em Patos
Arrombamento Sede de associação que apoia pacientes com câncer é alvo de novo arrombamento em Patos; criminosos agiram pelo telhado Mín. 22° Máx. 36°