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Policial Caso Padre Zé

Justiça concede prisão domiciliar com uso de tornozeleira a Padre Egídio, após religioso passar por cirurgia

A decisão do juiz José Guedes Cavalcanti, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, considerou o estado de saúde do réu.

18/04/2024 às 17h00 Atualizada em 18/04/2024 às 17h02
Por: Felipe Vilar Fonte: g1 PB
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A Justiça da Paraíba concedeu, nesta quinta-feira (18), prisão domiciliar ao padre Egídio de Carvalho. A decisão do juiz José Guedes Cavalcanti, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa, considerou o estado de saúde do réu, após documentos médicos comprovarem que o réu está debilitado em razão de uma doença grave. O padre está internado em um hospital particular após passar mal na Penitência Especial do Valentina Figueiredo e foi submetido a uma cirurgia abdominal.

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O juiz José Guedes Cavalcanti analisou um pedido da defesa do padre que solicitou a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar. Na decisão, o juiz relatou que o réu esteve internado na UTI de um hospital particular, condição que, aliada aos demais problemas de saúde, teriam deixado o acusado debilitado por doença grave. O Ministério Público também opinou de forma favorável à prisão domiciliar do padre.

A prisão domiciliar só deve ser cumprida após o padre colocar tornozeleira eletrônica, que é uma das medidas cautelares estabelecidas pela decisão. O acusado deve cumprir ao todo cinco medidas cautelares, sendo elas:

  • Uso de tornozeleira eletrônica;
  • Proibido de se ausentar de sua residência em João Pessoa, sem autorização do juízo, devendo indicar, com precisão e de forma comprovada, seu endereço atualizado;
  • Juntar aos autos comprovante do endereço nesta cidade, onde ficará recolhido, fazendo-o antes do início da prisão domiciliar e da colocação do equipamento de monitoramento eletrônico;
  • Proibido de manter contato com outras pessoas, só podendo se comunicar com advogados e familiares que residem no mesmo imóvel, salvo casos de urgência e mediante comunicação à justiça, em até 48 horas;
  • Proibido de acessar ou frequentar estabelecimentos vinculados à Ação Social Arquidiocesana (ASA) e ao Instituto São José. Também está proibido de entrar em contato com qualquer colaborador destas instituições, bem como as demais acusadas (as ex-diretoras Jannyne Dantas Miranda e Silva e Amanda Duarte da Silva Dantas)

Caso Padre Zé

De acordo com a investigação conduzida pelo Gaeco do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Padre Egídio de Carvalho é suspeito de liderar uma organização criminosa que teria desviado recursos do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.

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Os valores desviados da entidade filantrópica, segundo o Gaeco após a primeira fase da Operação Indignos, chegam a R$ 140 milhões. O dinheiro teria sido usado para a compra de imóveis de luxo, veículos, presentes e bens para terceiros, além de reformas de imóveis e aquisições de itens considerados luxuosos, como obras de arte, eletrodomésticos e vinhos.

Além do padre, as ex-diretoras do Hospital Padre Zé, Jannyne Dantas Miranda e Silva e Amanda Duarte da Silva Dantas (ex-tesoureira), são investigadas por suspeita de envolvimento em esquema de desvio de recursos e fraudes na gestão do hospital, em João Pessoa.

Fonte: g1 PB

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