
Na manhã deste sábado (8), por volta das 11h, a policial penal Edivânia Vieira da Silva, de 44 ano foi encontrada morta dentro de sua residência, no bairro Jardim Magnólia, em Patos, Sertão paraibano. Ela estava há cerca de dois dias sem manter contato com os familiares e amigos, e foi localizada por colegas de trabalho, que estranharam a ausência de comunicação desde quinta-feira (6), data em que ela deixou o expediente no Presídio Feminino de Patos.
Ao chegarem à casa, os servidores encontraram Edivânia já sem vida, caída ao lado da cama e, segundo relatos iniciais, ainda fardada, o que indica que o óbito pode ter ocorrido logo após o retorno do trabalho. A policial era natural de Paulo Afonso (BA), casada e atuava há vários anos no sistema prisional da Paraíba, onde era considerada uma profissional dedicada e respeitada por seus companheiros de corporação.
Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas imediatamente, isolaram a área e acionaram a perícia. O corpo foi recolhido pelo Numol de Patos, onde passará por exames para determinar a causa da morte.
À imprensa, o delegado seccional Rodrigo Monteiro informou:
“Na manhã de hoje, por volta das 11h, foi registrada uma ocorrência de homicídio que teve como vítima a policial penal Edivânia Vieira da Silva, encontrada sem vida no interior de sua residência no bairro Jardim Magnólia, Patos/PB. De imediato, logo após a notícia do fato, pelo Corpo de Bombeiros, a Delegacia de Homicídios de Patos foi acionada ao local e iniciou as diligências investigativas para o esclarecimento e elucidação completa do fato.”
Ainda na noite de sábado (8), uma trabalho conjunto das forças de segurança da Paraíba e de Pernambuco, resultou na prisão do marido da vítima, Leo Pereira Lima, de 37 anos. Ele foi detido no município de Caetés, Agreste Pernambucano. Um fato que chamou a atenção no local foi a presença de pichações nas paredes com as inscrições de “X9” e a nomenclatura de uma facção criminosa, hipótese considerada pela polícia como tentativa de desviar o curso das investigações.
A Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE) de Patos segue nas investigações, ouvindo testemunhas e coletando elementos periciais que possam ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte.
*Matéria atualizada às 12h17 do dia 09/11
Por Patos Online
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