
O doutor em Meteorologia, Mário Leitão, explicou ao jornalista Marcos Oliveira, da Rádio Espinharas FM de Patos, que as perspectivas de chuvas para este início de ano em Patos e região não são animadoras.
Segundo ele, o ciclo de chuvas no semiárido do Nordeste corresponde a aproximadamente 13 anos, com a ocorrência de três a quatro anos de seca, podendo ser mais do que isso em alguns ciclos registrados na maior parte do território.
“Durante 13 anos, a gente vai ter de três a quatro anos de seca, dois a três com normalidade e o restante de anos chuvosos. Às vezes, o número de anos secos predomina em relação aos de chuva considerados normais ou acima da média histórica, ciclo que já acontece há milhões de anos”, disse Mário Leitão.
O professor acrescentou que a previsão, no momento, para o mês de janeiro é de possibilidade de ocorrência de chuvas isoladas a partir dos dias 23 e 24, em algumas áreas do semiárido paraibano, análise que ainda precisa ser confirmada.
Mário Leitão finalizou afirmando que existe um bloqueio que está evitando a ocorrência de chuvas em grande parte do semiárido nordestino, provocado por um centro de alta pressão que impede o desenvolvimento das nuvens e, consequentemente, a formação de chuvas na região.
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