
A volta para casa de Saulo Silva Costa, de 9 anos, após um transplante de medula óssea em São Paulo, foi marcada por uma homenagem emocionante dentro de um avião. O caso ocorreu no dia 1º de abril, quando a família retornava para Esperança, no Agreste da Paraíba, e o registro do momento viralizou nas redes sociais.
O menino estava voltando para casa na companhia da mãe, Aparecida Xavier, e do padrasto, Luiz Carlos, que avisou ao piloto da aeronave que o menino estava vencendo a leucemia.
Durante o pouso no aeroporto de Campina Grande, também no Agreste paraibano, o piloto, durante os comunicados finais, falou sobre a vitória do menino contra a leucemia, e os passageiros aplaudiram.
"Eu me senti muito feliz na homenagem", disse Saulo.
Para a mãe, Maria Aparecida Xavier, de 35 anos, o momento simbolizou uma nova fase.
“Foi bem emocionante, como se marcasse um fim de um ciclo e o início de outro. É muito bom vê-lo assim, correndo, brincando, jogando bola, que é o que ele mais ama fazer”, celebrou.

A mãe de Saulo conta que os primeiros sinais da doença surgiram de forma sutil, em 2024, quando ele tinha sete anos.
O menino, que sempre foi ativo, começou a apresentar um cansaço extremo após voltar da escola.
"Ele almoçou e foi dormir. Quando foi de tardezinha, eu acordei para ele comer alguma coisa... Ele comeu e foi dormir de novo. Então, daí a gente achou estranho", relatou Maria Aparecida.
Logo depois, apareceram pequenas manchas roxas perto do joelho, que a família inicialmente associou a pancadas normais de criança. "Eram muito sutis, nada que a pessoa associasse a uma coisa tão grave", explicou.
O cansaço persistente, no entanto, foi o principal alerta para que a família buscasse ajuda médica, dando início à batalha contra a doença.

A família é de Esperança, no Agreste da Paraíba, e Saulo iniciou o tratamento em 2024, no Hospital Universitário de Campina Grande. Após uma reincidência da doença, a equipe médica indicou a necessidade de um transplante, que foi realizado no Hospital do Amor de Barretos, em São Paulo.
A doadora foi Anne Dávila dos Santos, meia-irmã de Saulo, de 14 anos, que mora em São Paulo.
"Não tinha ninguém 100% compatível com ele no banco de doadores. Então, a preferência é que seja um parente próximo. Tinha a irmã dele, que é 50% compatível, e foi ela que foi a doadora. Porque, nesse caso específico, como é uma doença muito grave, não se espera", explicou a mãe.
O transplante foi feito em 12 de novembro do ano passado, e a família precisou permanecer em São Paulo por alguns meses para o acompanhamento pós-operatório, totalizando mais de cinco meses longe de casa.
Nesse tempo, Aparecida e o companheiro tiveram que parar de trabalhar e permaneceram em São Paulo com a ajuda de doações de vizinhos, familiares e amigos.
“Depois do transplante, a gente teve que ficar porque os primeiros 100 dias exigem mais atenção da equipe médica. A gente ficou lá durante esse tempo, que deu mais de cinco meses, porque chegamos antes dele receber a medula, e é bem desafiador tudo, porque paramos de trabalhar, paramos nossa vida, mas, graças a Deus, deu tudo certo”, finalizou.
Fonte: g1 PB
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