O Flamengo iniciou nesta quinta-feira (30) um corte no quadro de funcionários em consequência da crise provocada pela pandemia do coronavírus.
Cerca de 62 trabalhadores de todo o clube, entre Gávea, Ninho do Urubu, departamentos de futebol e esportes olímpicos serão desligados até esta sexta-feira. A informação foi divulgada primeiro pelo Globoesporte.com. Outras demissões não devem ocorrer, mas serão seguidas de novas medidas de contenção. Os jogadores e outros funcionários do departamento de futebol deverão, caso aceitem, encarar redução momentânea de cerca de 25% dos vencimentos. Há discussões internas nesse sentido, abordando a proposta do percentual, e a definição será anunciada em breve.
O clube atribui a decisão drástica ao impacto do atraso de pagamento da primeira de duas parcelas anuais da Adidas, de cerca de R$ 9 milhões, além do aceno da TV Globo de reduzir as cotas referentes a abril, maio e junho do Campeonato Brasileiro em quase 70%. O impacto no caixa foi severo. Outra medida tomada será a de aderir à MP 936 editada pelo Governo Federal em abril, que prevê redução proporcional de salário e jornada, além de suspensão total do contrato de trabalho. Os cortes podem ser nas faixas de 25%, 50% e 70%. Os funcionários enquadrados neste caso poderão requisitar uma compensação ao Governo.
No fim de março o clube divulgou seu balanço referente a 2019 com uma receita de R$ 950 milhões. Neste relatório, o Flamengo cita que "a Administração do CRF fez um teste de stress usando as informações disponíveis e projetando um cenário de interrupção de jogos por até 3 meses. A conclusão é de que os impactos financeiros são absorvíveis e não representam risco de continuidade nas operações". Diante disso, as demissões causaram espanto em setores internos do clube. As contas referentes à última temporada devem ser votadas para aprovação até esta quinta-feira, por e-mail, e há insatisfação com a dispensa de funcionários de forma imediata.
A argumentação é de que o cenário do chamado teste de stress ocorreu dentro de uma uma mínima razoabilidade, com paralisação das receitas de jogos ou eliminações precoces em competições como Copa Libertadores e Copa do Brasil, por exemplo.
A suspensão de receitas como os pagamentos da Adidas e de outros patrocinadores - o Azeite Royal, por exemplo, informou que o acordo não será cumprido e o clube irá à Justiça - não está neste cálculo. Nem a redução imediata das cotas do Brasileiro, que se iniciaria neste fim de semana, por parte da TV Globo. O impacto foi direto. A folha salarial de todo o clube - e não apenas no futebol - gira em torno de R$ 25 milhões.
ESPN.com.br
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