
A quarta parcela do auxílio emergencial começa a ser paga aos integrantes do Bolsa Família a partir de hoje (20). São 19,2 milhões de beneficiários do programa de transferência de renda que receberão o recurso destinado a ajudar os mais vulneráveis a enfrentar a crise provocada pela pandemia de covid-19. As parcelas são de R$ 600 ou R$ 1,2 mil (mães solteiras).
A transferência dos recursos segue o calendário habitual do Bolsa Família para todos os integrantes do programa, conforme o último número do NIS (Número de Identificação Social) de cada beneficiário. Hoje, o pagamento é para beneficiários com NIS final 1. Amanhã, será a vez daqueles com o NIS final 2 e assim por diante, exceto final de semana, até o NIS final 0 no dia 31 deste mês.
Segundo o Ministério da Cidadania, os pagamentos do auxílio emergencial chegaram a 65,2 milhões de pessoas, no total de R$ 121,1 bilhões.
Além dos integrantes do Bolsa Família, são elegíveis a receber o auxílio emergencial 10,5 milhões de pessoas do grupo do Cadastro Único e outras 35,7 milhões do grupo de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e contribuintes individuais do INSS que solicitaram o benefício via site ou aplicativo da Caixa.
Edição: Kleber Sampaio / Agência Brasil
ECONOMIA Fintech some após suspender pagamentos e clientes relatam prejuízos milionários
FORAGIDO Goleiro Bruno é preso no Rio de Janeiro
RISCO Anvisa determina recolhimento de produtos da Ypê por risco de contaminação; empresa fala em 'decisão arbitrária'
8 DE JANEIRO Moraes nega pedido de redução de pena de “Débora do Batom”
IMPRESSIONANTE VÍDEO: Avião cai, bate em prédio e deixa dois mortos em Belo Horizonte; Globocop captou momento do acidente
6x1 Comissão do fim da escala 6x1 deve iniciar seminários na PB, com debate previsto em JP
8 DE JANEIRO Moraes concede domiciliar a dezenas de presos do 8/1 com mais de 60 anos
POLÊMICA Jornalista Rachel Sheherazade detona Frei Gilson e causa polêmica nas redes sociais: “Mais Padre Júlio e menos Frei Gilson”
POLÊMICA Após dizer que sátira tem limite e citar Zema como boneco homossexual, ministro Gilmar Mendes admite erro e pede desculpas Mín. 21° Máx. 33°