O Partido Popular Social (PPS) deverá convocar reunião extraordinária do seu diretório estadual nas próximas horas para mudar sua decisão tomada em março e deliberar sobre o apoio incondicional ao Maranhão III, que passaria a contar na Assembléia Legislativa com os dois votos da legenda (deputados Nivaldo Manoel e Socorro Marques), conquistando assim maioria simples no colegiado.
O portal "A PALAVRA" apurou que a decisão já estaria praticamente sacramentada, implicando nesse caso o "desembarque" total da legenda à provável candidatura do prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, ao Governo do Estado em 2010. Com isso, o presidente estadual, José Bernardino, entregará o cargo que exerce no primeiro escalão do Governo de Ricardo Coutinho.
Em Campina Grande, o PPS apóia o Governo Veneziano Vital do Rego (PMDB), contando inclusive com o seu presidente, Robson Dutra, titulando a Secretaria de Ação Social. Robson é um dos mais ardorosos defensores de que o PPS reveja a decisão de apoio ao novo Governo, e não tem sido voz isolada, contando agora com os dois representantes da legenda na Assembléia Legislativa.
DESAUTORIZADO
Em março, o presidente do diretório estadual do PPS, José Bernardino, desautorizou os deputados estaduais Nivaldo Manoel e Socorro Marques, ambos do PPS, de participarem do Governo José Maranhão (PMDB).
Na ocasião, ele informou que a decisão de não participar e nem aderir ao governo estadual foi tomada em uma reunião da executiva estadual em que o próprio Nivaldo Manoel estava presente.
De acordo com José Bernardino, durante a reunião realizada no dia 4 de março o partido se posicionou, por 6 votos a 2, em não apoiar o governo José Maranhão. "Todos os filiados estão submetidos ao estatuto e as decisões partidárias. Caso venha ocorrer uma adesão ao governo convidaremos o filiado a se justificar perante a executiva estadual", ressaltou.
Sobre as idas e vindas do deputado Nivaldo Manoel ao Palácio da Redenção, Bernardino ressaltou que o partido não pode proibir nenhum filiado de ir e vir. "Somos um partido democrático que discute abertamente os seus posicionamentos e não podemos proibir o deputado de despachar no Palácio da Redenção, até porque isso não consta no estatuto partidário. Agora apoiar ou aderir não", completou o dirigente.
José Bernardino lembrava que o PPS adota uma postura de apoio a gestão do prefeito Ricardo Coutinho (PSB) na Capital e em âmbito estadual fazia oposição ao governo.
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