
O candidato ao Senado Federal pela coligação Uma Nova Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), comemorou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que manteve a candidatura do candidato ao Governdo do Maranhão, Jackson Lago. Cássio falou sobre a semelhança do caso com o seu e disse que agora, mais que nunca, mantém-se candidato.
“Sou candidato. Quem costuma fugir das responsabilidades é outra pessoa. Aqui não tem candidato fujão”, afirmou durante comício de encerramento da campanha da coligação Uma Nova Paraíba, realizado na noite desta quinta-feira (30), em Campina Grande.
O tucano fez um discurso muito emocionado ao povo da sua cidade natal. Acompanhado do tio, Ivandro Cunha Lima, e do filho, Diogo Cunha Lima, Cássio agradeceu a população e disse que recebeu a notícia com muita alegria. Segundo ele, a decisão do TSE permitindo a candidatura de Lago, que, semelhante a de Cássio, estava pendente por conta da lei ficha limpa, no tocante a inelegibilidade, garante que a sua.
“Farei no Senado Federal o melhor mandato da minha vida. Vou honrar o voto e a força que o povo de toda a Paraíba tem me dado”, afirmou.
Cássio ressaltou ainda a necessidade de eleger Ricardo Coutinho governador da Paraíba. Para ele, Ricardo vai fazer uma gestão primorosa no Estado, levando desenvolvimento e participação popular para todas as regiões paraibanas.
Entenda o caso
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a candidatura de Jackson Lago (PDT) ao governo do Maranhão. Foram 4 votos a favor do candidato e 3 contrários. O Tribunal Regional Eleitoral maranhense havia aprovado o registro de Lago em agosto, depois de analisar impugnação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral, com base na Lei da Ficha Limpa.
A maioria dos ministros acompanhou o voto do relator do caso, Hamilton Carvalhido, que entendeu que seria possível barrar o registro porque Lago foi condenado por recurso contra expedição de diploma, modalidade não prevista na Lei da Ficha Limpa como motivo de inelegibilidade.
Lago foi cassado pelo TSE em abril do ano passado por compra de votos e abuso de poder político e econômico nas eleições de 2006, quando foi eleito governador. Após a liberação no tribunal regional, o MPE recorreu ao TSE, que negou o recurso na sessão plenária desta quinta. O caso de Jackson é semelhante com o do ex-governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB), que espera decisão do TSE quanto ao registro da sua candidatura.
PolíticaPB com Assessoria
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