O sindicalista José Gonçalves considerou como desespero as acusações feitas pelo vereador Almir Mineral na Tribuna da Câmara Municipal na última quinta-feira(3). “Considero como desespero as acusações do vereador Almir Mineral contra a minha pessoa e o meu partido PCdoB, pois apenas emiti uma opinião conhecida de todo o povo de Patos, que é justamente a ampliação do número de vagas para vereadores e de que um vereador deveria ganhar apenas um salário mínimo como a maioria dos trabalhadores brasileiros”.
Gonçalves adiantou que em nenhum momento citou nome de nenhum parlamentar e estranha esse comportamento agressivo do parlamentar. “Almir ultimamente tem atirado para todos os lados, pois está completamente desnorteado na sua ação política e vive procurando chifre em cabeça de piolho para se apresentar para a sociedade”. Disse o sindicalista.
O sindicalista apresentou alguns problemas de comportamento do parlamentar argumentando que o mesmo foi eleito por um esquema político e está em outro, quem lhes apoiou não apóia mais e além disso pode até não ser candidato pelo PSDB com a posse de Cássio Cunha Lima no senado federal. “Almir foi eleito graças ao apóio direto do deputado Antonio Mineral e hoje perdeu esse apoio. Em seguida, mudou de base política, querendo ser coronel, quando na verdade com muita dificuldade consegue ser soldado. Depois para agradar ao prefeito Nabor, garantiu através de Cícero Lucena a sua permanência no PSDB, mas corre sério risco de não ser candidato e mais difícil ainda é conseguir coligar com o PMDB, justamente pela posse de Cássio Cunha Lima no Senado Federal. Talvez isso tudo deixe o vereador muito nervoso.” Disse Gonçalves.
Gonçalves ainda afirmou que o PSDB não tem moral nesse País para criticar o governo Dilma, pois o passado desse partido no governo foi à entrega do País ao capital estrangeiro, a venda de estatais, de desemprego, de violência contra os sem terras, os sem tetos e um verdadeiro arrocho salarial para os trabalhadores. “Quero aqui citar apenas um exemplo no tocante ao salário mínimo que na época de Fernando Henrique Cardoso, representava cinqüenta dólares e hoje está em mais de trezentos dólares”. Afirmou o mesmo.
No tocante as sessões da Câmara afirmou que não vai assistir devido não discutirem os graves problemas vividos no dia-a-dia pela comunidade. “Ninguém agüenta assistir a maioria das sessões na Câmara Municipal de Patos, pois ficam apenas nas questões pessoais, nas picuinhas políticas e por isso entendo que haverá uma renovação de 80% na próxima legislatura.” Desabafou.
Ascom - Sinfemp
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