O ex-presidente Michel Temer (MDB) se entregou pouco antes das 15h à sede da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, onde vai se entregar para cumprir o mandado de prisão expedido pela juíza Caroline Figueiredo, substituta da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro.
A ordem de prisão também foi estendida ao coronel João Baptista de Lima Filho, ex-assessor e amigo do ex-presidente há 30 anos. Na decisão, a magistrada havia autorizado os dois a se apresentarem “espontaneamente” na sede da PF em São Paulo até as 17h. Do contrário, autorizou a PF a cumprir os mandados – ressalvou, apenas, para que isso não fossem usadas algemas.
Em relação aos pedidos de Temer e Lima para ficarem detidos em São Paulo, a juíza decidiu consultar o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que na quarta-feira 8 revogou o habeas corpus e determinou que o ex-presidente e seu amigo voltassem a ser presos.
Caroline Figueiredo também reconheceu o direito de Michel Temer de ficar detido em sala especial, por ser ex-presidente, e o de Lima, por ser coronel reformado da Polícia Militar, ficar preso em unidade militar. Em petição, a defesa do ex-presidente falou em cumprir a prisão preventiva em uma sala de estado-maior, espaço diferente de uma cela e sem grades, no quartel-general da Polícia Militar de São Paulo.
Temer e Lima são alvos da Operação Descontaminação, desdobramento da Operação Lava Jato no Rio para investigar desvios em contratos de obras na usina Angra 3, operada pela Eletronuclear.
Eles já haviam sido presos em março, quando a ação foi deflagrada, e ficaram quatro dias detidos na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro, até serem soltos por uma decisão liminar, isto é, provisória, do desembargador federal Antonio Ivan Athié, da 1ª Turma Especializada do TRF2, tribunal de segunda instância.
Ao analisar recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra a liminar concedida por Athié, nesta quarta, contudo, o colegiado restabeleceu a prisão de Temer. Na sessão, Athié manteve sua posição pela liberdade do ex-presidente e votaram por uma nova prisão os desembargadores federais Abel Gomes, relator da Lava Jato no TRF2, e Paulo Espírito Santo.
Fonte - VejaOnline
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