Passada a eleição municipal de 2020, surgem nos bastidores da política de Patos, a indagação sobre quem será os personagens que irão protagonizar o cenário político na eleição geral de 2022.
A questão, embora pareça distante, é algo que se torna óbvio em relação a quem irá também assumir o papel de personagem principal na próxima campanha, uma vez que algumas candidaturas coadjuvantes certamente vão surgir com o decorrer do tempo, como sempre ocorreu em Patos há mais de 40 anos, intercaladas a cada dois anos com as eleições municipais
Se fizermos uma retrospectiva, podemos verificar que em 1982, por exemplo, Patos tinha o cenário local protagonizado pelas forças de Edvaldo Mota e Ernani Sátiro, fato que se estabeleceu desde 1976 com a eleição de Edmilson Mota para prefeito da cidade.
Nas eleições de 1986 e 1990, Rivaldo Medeiros, eleito em 1982, polarizou com Edvaldo Mota o comando do cenário político da cidade, disputa que perdurou por mais duas eleições, (1994 e 1998), com Francisca Mota, herdeira política de Edvaldo Mota, embora Dinaldo já tivesse sido eleito prefeito em 1996.
Em 2002, Francisca já polarizava com Dinaldo, que ocupou o espaço deixado pelo fracasso político de Rivaldo Medeiros, mas foi substituída por Nabor quando este foi eleito prefeito em 2004 e passou a dividir com Dinaldo, o protagonismo político da cidade nas eleições de 2006, 2010 e 2014, nas duas últimas com o reforço de Hugo Mota, com altos e baixos para ambos os lados.
E em 2018, novamente Dinaldo e Nabor, tentaram polazirar o cenário político, mas viram as candidaturas de Nabor e Hugo saírem vitoriosas, e o derrota da candidatura de Gustavo Wanderley, que culminou no surgimento de Dr. Érico no cenário político local, sendo o deputado estadual mais votado daquele pleito.
Recentemente, Dinaldinho disse não ter pretensões políticas para 2022, e surge a indagação sobre quem será o nome a polarizar com o grupo representado por Nabor Wanderley e Hugo Mota, o cenário político de Patos.
A preço de hoje, o cenário aponta que os nomes do juiz Ramonilson Alves e do deputado estadual Dr. Érico Djan, podem ser os mais credenciados a enfrentar Hugo Mota e o candidato indicado por Nabor Wanderley, embora Gustavo Wanderley, filho de Dinaldo, e que perdeu a vaga de deputado estadual por pouco mais de 6 mil votos em 2018, ainda não tenha se posicionado se irá ou não realizar uma segunda tentativa.
Ao que parece, temos um grupo no poder e bastante articulado, enquanto outro parece estar literalmente em declínio e outros nomes tentando se consolidar na política patoense, que passou por muitas mudanças nos últimos anos. É esperar para ver!
Patosonline.com
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