
No final da tarde desta terça-feira, dia 06, a professora e pós-doutora Bagnólia Araújo Costa concedeu entrevista esclarecedora por telefone ao Programa Polêmica, levado ao ar pela Rádio Espinharas FM 97,9. Dra, Bagnólia falou sobre o uso de medicações sem eficácia que são utilizadas no tratamento do novo coronavírus, COVID 19, e fez importantes alertas diante da pandemia enfrentada no Brasil e no mundo.
Em junho de 2.020, também no Programa Polêmica, a Dra. Bagnólia concedeu entrevista para falar sobre o uso indiscriminado da Ivermectina, Cloroquina e da Azitromicina, o chamado “Kit COVID”. Neste período, a entrevista foi replicada no site de notícias Patosonline.com e logo ganhou repercussão em todo o Nordeste. Dra. Bagnólia fez alertas relevantes sobre o perigo do uso dessa medicação e os efeitos que poderiam causar ao organismo. A professora e pós-doutora passou a ser atacada por seguidores do tratamento indicado por leigos, entre estes o próprio presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido).
A professora e pós-doutora Bagnólia Araújo Costa ministra aulas de farmacologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ela tem mestrado em farmacologia química em produtos naturais, é PHD em biologia molecular, além de pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico na área de farmacologia. Dra. Bagnólia tem 30 anos de experiência na área de farmacologia e disse que os tempos são difíceis, pois a ignorância tem ganhado espaço na sociedade, porém, não a fará de propagar a ciência e a educação como fatores primordiais em todos os tempos, seja diante da pandemia ou em outros momentos.
Dra. Bagnólia revelou os recentes estudos clínicos que confirmaram a ineficácia da Cloroquina, Hidroxicloroquina e Ivermectina no tratamento, seja precoce ou não nos casos da COVID 19. A professora revelou os casos em que usuários precisaram de transplante de fígado após o uso das medicações sem eficácia.
Dra. Bagnólia reafirmou a necessidade urgente de vacina contra a COVID 19 para todos os brasileiros. Ela disse que apenas com a vacinação entre 70 e 80% da população é que teremos segurança. Dra. Bagnólia criticou a falta de negociação para compras de vacinas no ano passado.
Acompanhe a entrevista na íntegra:
Jozivan Antero - Patosonline.com
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