
O vereador Josmá Oliveira (Patriota) precisou acionar a Polícia Militar, na manhã desta quinta-feira, dia 9, após ser barrado na Unidade de Saúde Verônica Vieira, no bairro Novo Horizonte, em Patos.
O vereador estava visitando a UBS para fiscalizar, o que é prerrogativa do vereador. Após receber denúncias de falta de serviços ao povo, o vereador decidiu ir até a unidade para verificar o funcionamento, quando foi impedido de ver o livro de ponto e alguns servidores tentaram tomar o celular do assessor de Josmá, que estava gravando o serviço por segurança.
“Eu expliquei a ele que nós que somos servidores públicos temos a obrigação de expor nossa identidade, de ver o nosso trabalho por questão de transparência, e ele disse que não gostava do meu estilo e ele falou que eu estava invadindo a UBS, que eu não tinha autorização para entrar. Ele me acusou de subtrair documentos da UBS, mas eu não levei nada, apenas pedi xérox, tirei foto. Diante disso, eu acionei a Polícia Militar e pedi que garantissem o meu trabalho, o meu direito de fiscalizar”, explicou Josmá.
O vereador disse que o funcionário da UBS afirmou que apenas vereadores da Comissão de Saúde da Câmara poderia fiscalizar os serviços das Unidades, o que não é verdade. Todos os vereadores têm prerrogativa de lei para entrar e fiscalizar os serviços públicos do Poder Executivo Municipal, o que é dever dos parlamentares.
A redação do Patosonline.com entrou em contato com o órgão competente da Prefeitura Municipal de Patos, que passou as seguintes informações a respeito do ocorrido:
Coordenação do DGA 1 esclarece:
Segundo repassou a coordenação do DGA 1, que abrange e unidade de saúde Verônica Vieira, localizada no bairro Belo Horizonte, o vereador Josmá Oliveira chegou na manhã desta quarta-feira (09), usando de autoridade e tentando realizar um registro em vídeo, expondo de forma indevida a imagem dos usuários da UBS e ainda dos servidores.
Neste momento, o recepcionista disse que não permitira ser filmado, tendo em vista que estava adequadamente no seu local de trabalho, e que seu direito de imagem deve ser preservado.
Além disso, o vereador exigiu ter acesso à frequência dos servidores e também a outros documentos de expediente. Porém, o pedido também foi de maneira autoritária e sem qualquer solicitação formalizada via ofício, como deve ser feito adequadamente.
A presença da Polícia se deu a pedido do próprio vereador, que não aceitando cumprir as normas legais, resolveu denunciar o que ele entendeu como arbitrário.
Patosonline.com
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